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Israel

Hamas anuncia cessar-fogo com Israel após pico de tensão

O movimento islâmico Hamas anunciou um cessar-fogo entre os grupos armados palestinianos da Faixa de Gaza e Israel, mediado pelo Egito, após um novo pico de tensão em torno da Palestina.

ABIR SULTAN/EPA

Após um novo pico de tensão em torno do enclave palestiniano, e de ataques que deixaram três crianças feridas, o movimento islâmico Hamas anunciou na noite desta segunda-feira, 25 de março de 2019, um cessar-fogo entre os grupos armados palestinianos da Faixa de Gaza e Israel, mediado pelo Egito. “Os esforços egípcios desembocaram na conclusão de um cessar-fogo entre o ocupante e as organizações de resistência”, disse um porta-voz do Hamas, Fawzy Barhum, em comunicado.

A trégua surge após o disparo de pelo menos dez ‘rockets’ a partir da Faixa de Gaza, na sequência de várias horas de bombardeamentos israelitas daquele território palestiniano, como retaliação ao disparo, durante a madrugada, de um primeiro ‘rocket’ palestiniano que destruiu uma habitação israelita e fez sete feridos, três dos quais menores, a norte de Telavive.

Em resposta as Forças de Defesa Israelitas bombardearam a Faixa de Gaza. A retaliação de Israel teve como alvo uma sede secreta de inteligência militar em Gaza, onde “o Hamas recolhe informações para planear ataques contra Israel”, referiram as autoridades. Helicópteros israelitas realizaram pelo menos três ataques no oeste da Faixa de Gaza a instalações do braço armado do movimento islâmico Hamas, no poder no enclave palestiniano sob bloqueio, indicaram testemunhas.

Esta operação ocorreu quando o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chegava à Casa Branca para se reunir com o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump. “Há alguns minutos, conclui uma chamada de atualização com o Chefe de estado, o líder da Agência de Segurança de Israel e o líder do Conselho de Segurança Nacional. Houve um ataque no Estado de Israel e vamos responder com força”, tinha referido Netanyahu em comunicado.

Após o ataque, Benjamin Netanyahu reduziu a duração da visita aos EUA, reunindo com Donald Trump antes de regressar a Israel “para dirigir as operações”.

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