Rádio Observador

Serviço Nacional de Saúde

Dificuldades nas escalas de urgência pediátrica do Algarve resolvidas no final de mês, diz ministra

"A nossa expectativa é de que a partir do final de julho consigamos responder à escala sem dificuldades", admitiu a ministra da Saúde. Marta Temido desvaloriza um cenário demasiado pessimista.

A ministra garantiu que "não vai haver encerramento de serviços"

CARLOS BARROSO/LUSA

A ministra da Saúde, Marta Temido, reconheceu esta terça-feira que as dificuldades que têm afetado as escalas dos serviços de Urgência Pediátrica e Obstetrícia nos hospitais algarvios só deverão estar resolvidas no final do mês de julho.

A nossa expectativa é de que a partir do final de julho consigamos responder à escala sem dificuldades. Os dias deste fim de semana [13 e 14 de julho] e do próximo fim de semana [20 e 21] são ainda períodos complicados para nós”, admitiu a governante, à margem de uma visita ao Hospital de Faro.

Marta Temido tinha visitado, na manhã de sexta-feira, o Hospital de Portimão, onde este fim de semana a Urgência Pediátrica poderá ficar sem médicos especializados.

“Há dificuldades de composição de escalas, mas não vai haver encerramento de serviços. Haverá a possibilidade de hoje, a partir da tarde, haver falhas nas escalas de Pediatria, o que não é uma certeza absoluta, pois há reuniões que estão a decorrer e podem evitar que isso aconteça”, afirmou a ministra.

Marta Temido sublinhou que, se isso suceder, continuará a ser assegurada uma “urgência genérica de primeira linha” em Portimão, mas as crianças com necessidade de assistência especializada terão de ser encaminhadas para Faro, à semelhança das grávidas que precisem de cuidados de Ginecologia e Obstetrícia.

“É evidente que é uma situação indesejável. É por isso que estamos a tentar ultrapassá-la e vamos fazer isso nos próximos tempos”, referiu a ministra da Saúde.

Confrontada com a previsibilidade do maior afluxo de turistas no Algarve, devido às férias de verão. a governante ressalvou que a situação “não é a ideal”, desvalorizando um cenário demasiado pessimista. “Essa questão de que vamos ter mais gente e que a situação vai ficar descontrolada não me parece que corresponda à realidade”, frisou.

As “soluções de curto prazo” antecipadas pela ministra da Saúde para resolver estes problemas contemplam o reforço do recurso à prestação de serviços.

Quanto às respostas de médio e longo prazo, prendem-se “com um conjunto de necessidades de reorganização do próprio trabalho médico”, concluiu.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Serviço Nacional de Saúde

O Seguro Público de Saúde

Fernando Leal da Costa

O seguro público é uma questão de esquerda contra a direita? Não é! Será impopular? Provavelmente para uma parte da população. Os Portugueses não gostam de pagar. Quem gosta?

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)