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Escravatura

Governo angolano assinala 400 anos da chegada de escravos aos EUA

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Angola pretende demonstrar "a sua importância histórica no desenvolvimento dos Estados Unidos da América". Comemorações também acontecem no Museu Nacional da História Afro-Americana, em Washington.

Foi em agosto de 1619 que os primeiros navios portugueses transportando africanos que tinham sido raptados e vendidos como escravos no território que viria a ser Angola chegaram à cidade de Jamestown, no estado da Virgínia, na altura uma colónia britânica

AMPE ROGÉRIO/LUSA

O Governo angolano vai assinalar os 400 anos da chegada dos primeiros vinte escravos angolanos ao território norte-americano com um conjunto de atividades nacionais e internacionais comemorativas da efeméride, que vão ser preparadas por uma comissão interministerial.

Segundo um despacho presidencial a que a Lusa teve acesso, datado de 9 de agosto, esta celebração “encerra uma oportunidade singular para Angola projetar a sua imagem e divulgar a sua importância histórica no desenvolvimento dos Estados Unidos da América”.

Tendo em conta “a relevância da história angolana protagonizada pelos filhos da nossa pátria além-fronteiras”, o governo decidiu, por isso, juntar-se à comemoração que vai ter lugar no Museu Nacional da História Afro-Americana em Washington D.C.

Foi em agosto de 1619 que os primeiros navios portugueses transportando africanos que tinham sido raptados e vendidos como escravos no território que viria a ser Angola chegaram à cidade de Jamestown, no estado da Virgínia, na altura uma colónia britânica.

A comissão vai ser coordenada pelo ministro das Relações Exteriores, Manuel Domingos Augusto, e integra ainda a ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus (coordenadora-adjunta), o ministro das Finanças, Archer Mangueira, o ministro da Administração do Território e Reforma do Estado, Adão Correia de Almeida e a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo.

A proposta de programa de eventos a realizar em Angola e no estrangeiro tem um prazo de 15 dias a contar da publicação do diploma e a comissão será extinta após apresentação de um relatório final no prazo de 30 dias.

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