O Banco de Portugal anunciou mais uma condenação a Ricardo Salgado, uma coima de 75 mil euros por violação de regras e prestação de informações falsas ao supervisor. Este é um processo que se aplica não só a Ricardo Salgado mas, também, ao Espírito Santo Financial Group e a José Castella, que era administrador dessa empresa e homem próximo de Ricardo Salgado.

Foram práticas “a título doloso” — entre outubro de 2012 e março de 2014 — que levaram às duas coimas aplicadas ao ex-presidente do Banco Espírito Santo, como se lê no disposto no processo de contra-ordenação nº 214/16/CO, disponível nesta ligação.

Ricardo Salgado, bem como José Castella, apresentaram impugnação judicial e vão recorrer para o Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, em Santarém, refere o processo. Já o ESFG, que hoje corresponde à massa insolvente do grupo, não recorreu e a coima tornou-se definitiva.