Artigo publicado originalmente no dia 7 de julho e republicado agora, dia 17 de julho, a propósito da confirmação do acordo entre o Benfica e Jorge Jesus

O contexto no Benfica não estava fácil para Luís Filipe Vieira e conheceu mais alguns episódios nos últimos dias. A nível mais “político”, o peso de um movimento alternativo com personalidades de várias áreas da sociedade que tem falado e que procura um nome que cumpra os requisitos que consideram necessários para se apresentar às eleições tem aumentado, admitindo-se até que, mediante os nomes em causa, outros possam abdicar de ir às urnas em seu favor – e se Bagão Félix é sempre uma espécie de sonho proibido, há outros como João Noronha Lopes, antigo vice de Manuel Vilarinho que foi alto quadro internacional da McDonald’s, que se enquadram no perfil desejado. A nível mais “interno”, este sábado, a claque Diabos Vermelhos deixou numa tarja a mensagem “Fizeram a cama… agora deitem-se a vê-los festejar!”, queixando-se de mais uma vez “ter sido vítima de repressão policial nas imediações do estádio da Luz” – o que levará mesmo à apresentação de uma queixa-crime.

Opositores aumentam críticas mas reflexão de Vieira não coloca em causa ida às urnas nas próximas eleições

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