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Boletim DGS. Casos continuam a subir, internamentos em queda

Morreram mais 5 pessoas e houve mais 408 novos casos positivos no último dia. Internamentos, em enfermaria e em unidades de cuidados intensivos, diminuíram face aos dados de segunda-feira.

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O desconfinamento tem significado, aos poucos, um aumento no número de casos

NurPhoto via Getty Images

O desconfinamento tem significado, aos poucos, um aumento no número de casos

NurPhoto via Getty Images

Há precisamente uma semana, a Direção-Geral de Saúde fazia um acerto que arrumava as contas da Páscoa — afinal, os 874 casos identificados no boletim de 6 de abril, uma terça-feira, não só diziam respeito ao dia anterior (como habitualmente), mas também àquele fim-de-semana, em que houve um atraso no reporte dos dados. Conclusão: sobravam 275 casos, o que significa que as 408 infeções agora identificadas são um aumento de 48,3% face a esse dia.

Mas não é só face à última semana que os números apresentam subida, uma vez que os dados desta terça-feira são piores do que os de há 15 dias (quando tinham sido identificados 388 casos), o que reflete um maior desconfinamento.

Também a média a 7 dias mostra que há uma maior incidência do vírus. Desde dia 7 até esta terça-feira, os boletins da DGS deram conta de 543 novas infeções/dia, o que compara com a média diária de 466 no mesmo período anterior. Recuando ainda mais, encontramos 413 casos em média de 24 a 30 de março; 473 de 17 a 23 de março; e 513 de 10 a 16 de março. Só na semana de 3 a 9 de março houve uma média superior, de 805 casos diários.

O Norte foi a região que mais casos viu registados no boletim desta terça-feira, com 153 das 408 infeções identificadas no último dia, ou seja, 37,5% do total do país.

É a terceira vez este mês que o Norte lidera no número de casos diários, depois do boletim desta segunda-feira (70 casos contra 60 de Lisboa e Vale do Tejo) e do passado sábado, dia 10 (216 contra 153).

Esta terça-feira, Lisboa e Vale do Tejo teve 137 casos, seguindo-se o Centro (48), Alentejo e Açores (ambos com 24), Algarve (13) e Madeira (9).

Em todo o caso, as recuperações seguem a ritmo elevado — mais 746 num só dia, num total de 785.809 desde que a pandemia chegou a Portugal — levando o número de casos ativos a baixar mais uma vez. Agora, são menos 343, para um total de 25.441 — o valor mais baixo desde 30 de setembro.

A descer estão também os internamentos (menos 20 face ao dia anterior) e, dentro destes, o número de doentes em cuidados intensivos (menos 1).

São, no entanto, casos distintos. Face à semana anterior (6 de abril), há menos 45 camas ocupadas com doentes Covid (-8,9%), para um total de 459, e desde o início do ano são menos 79 (-14,7%). É ainda o valor mais baixo desde 13 de setembro, quando houve 452 internamentos.

Relativamente aos cuidados intensivos, a tendência é menos clara, tendo oscilado este mês entre um mínimo de 112 (no dia 5) e 128 (no dia 9). Apesar da descida de um doente grave, para um total de 118, este valor é superior ao que tinha sido registado há uma semana (+5).

Entre as cinco vítimas registadas esta terça-feira no boletim da DGS, estão um homem e uma mulher na casa dos 70 anos. Há ainda um homem e duas mulheres com mais de 80 anos.

Três desses óbitos foram em Lisboa e Vale do Tejo, região que inclui parte dos distritos de Setúbal, Santarém e Leiria. As outras duas mortes foram registadas no Norte e no Centro.

Até ao momento, desde que começou a pandemia, morreram 8.888 homens e 8.030 mulheres com complicações associadas à Covid-19.

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