O Ministério da Defesa ucraniano anunciou esta quarta-feira que 144 soldados que estavam em cativeiro na Rússia, incluindo combatentes que lutaram na fábrica de Azostal, regressaram à Ucrânia.

De acordo com a Sky News, 95 dos soldados defenderam a fábrica siderúrgica de Azostal e 43 pertenciam ao Batalhão Azov.

“Esta é a maior troca de prisioneiros desde o início da invasão de grande escala russa”, anunciou o Ministério de Defesa Ucraniano através do Telegram.

Na publicação acrescenta que a maior parte dos soldados estão feridos com gravidade, com ferimentos de balas e de explosivos, queimaduras, fraturas e amputações.

Os soldados ucranianos foram trocados por um igual número de militares da auto-proclamada república de Donetsk e da Federação russa.

“Entregámos a Kiev o mesmo número de prisioneiros das forças armadas da Ucrânia, a maioria dos quais estava ferido. Vários são de batalhões nacionalistas comuns e a sua condição é deplorável: ferimentos graves, com amputação de membros e outras complicações“, revelou no Telegram Denis Pushilin, líder separatista da região de Donetsk.

Na publicação refere que os 144 militares ucranianos precisam de assistência médica urgente, desejando-lhes uma “rápida recuperação”.

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