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Medina acusa Ministério Público de "reforçar a publicidade" a denúncias anónimas arquivadas em 2024

Este artigo tem mais de 1 ano

Medina deixou ainda críticas aos adversários políticos que, "a coberto de denúncias anónimas", aproveitaram o caso para atacar Pedro Nuno Santos. O ex-ministro questiona ainda a decisão do Ministério.

O deputado e ex-ministro do Partido Socialista (PS), Fernando Medina, intervém durante a sua audição na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, sobre os factos mencionados pela UTAO no relatório n.º 4/2024, na Assembleia da República, em Lisboa, 14 de maio de 2024. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
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▲O Ministério Público (MP) confirmou, na quarta-feira, a abertura de uma averiguação preventiva na qual é visado o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

▲O Ministério Público (MP) confirmou, na quarta-feira, a abertura de uma averiguação preventiva na qual é visado o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

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O ex-ministro das Finanças Fernando Medina criticou esta quinta-feira a abertura de uma averiguação preventiva na qual é visado o secretário-geral do PS, acusando o Ministério Público de “reforçar a publicidade” a denúncias anónimas arquivadas em 2024.

“Face à antiguidade das notícias (2023) e da profundidade dos esclarecimentos então produzidos, o Ministério Público não deveria ter contribuído para reforçar a publicidade às denúncias anónimas através de uma denominada ‘investigação preventiva'”, escreve Fernando Medina.

Num texto publicado na rede social Facebook, o ex-ministro questiona a decisão do MP, sobretudo a confirmar-se a notícia avançada esta quinta-feira pelo canal Now de que, em 2024, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto arquivou uma denúncia anónima referente aos mesmos factos.

Fernando Medina deixou ainda críticas aos adversários políticos que, “a coberto de denúncias anónimas”, aproveitaram o caso para atacar Pedro Nuno Santos.

[Já saiu o quinto episódio de  “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo PodcastPlus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro e aqui o quarto episódio]

O Ministério Público (MP) confirmou, na quarta-feira, a abertura de uma averiguação preventiva na qual é visado o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos.

“Na sequência de receção de denúncias e tendo em vista a recolha de elementos, o Ministério Público determinou a abertura de uma averiguação preventiva”, referiu fonte oficial da PGR à Lusa, sem adiantar mais detalhes sobre o caso.

Em causa estão suspeitas relacionadas com a aquisição de um imóvel em Lisboa e outro em Montemor-o-Novo.

Ministério Público abre averiguação preventiva a Pedro Nuno Santos

A averiguação preventiva “corre termos” no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), no qual é investigada a criminalidade económico-financeira mais complexa.

Esta quinta-feira, a documentação prometida pelo líder do PS, Pedro Nuno Santos, sobre a compra das suas duas casas foi publicada no site da campanha, estando disponíveis escrituras, contratos, cadernetas prediais ou notificações sobre IMI.

A entrada de 70 mil euros, a casa de São João e a piscina omitida. O que revelam os documentos (e o que falta saber) sobre Pedro Nuno Santos

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