A princesa Elisabeth, futura rainha da Bélgica, é uma dos cerca de sete mil alunos afetados com as novas diretrizes da administração Trump em relação à Universidade de Harvard.
Com 23 anos e a acabar o primeiro ano de mestrado na escola de elite norte-americana, a princesa Elisabeth não sabe se vai continuar a estudar nos Estados Unidos, depois de a Casa Branca ter proibido os alunos estrangeiros de estudar na instituição.
“A princesa Elisabeth acaba de concluir o seu primeiro ano. O impacto da decisão da administração de Trump só ficará mais claro nos próximos dias ou semanas. Neste momento estamos a investigar a situação”, afirmou, esta sexta-feira, Lore Vandoorne, porta-voz do Palácio Real da Bélgica, à agência Reuters.
A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
Por seu turno, Xavier Baert, o diretor de comunicação do Palácio, acrescentou que o melhor que se pode fazer é esperar, porque a decisão de Donald Trump pode não avançar: “Temos que olhar com calma e esperar. Muita coisa ainda pode acontecer. Será que a decisão, tal como a conhecemos agora, será realmente aplicada? Só o tempo dirá”.
A filha mais velha dos monarcas belgas licenciou-se em História e Política, na Universidade de Oxford, no Reino Unido, e agora frequenta o mestrado de dois anos em Políticas Públicas, em Harvard.
Ainda esta sexta-feira, a Universidade de Harvard processou a Casa Branca pela decisão tomada, alegando que a revogação da autorização da instituição para receber alunos estrangeiros constitui não só uma “violação flagrante” da Constituição, como também uma “retaliação” por a instituição ter rejeitado as exigências de se alinhar com a agenda de Donald Trump.