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Vladimir Putin seguia num helicóptero a propósito de uma visita a Kursk, região na fronteira entre Rússia e Ucrânia, quando foi surpreendido por um “ataque de drones sem precedentes”, revelou o responsável pela Força Aérea russa ao canal russo Rossiya-24 citado pelo Telegraph.
Segundo o major-general Yuri Dashkin, o aparelho onde o Chefe de Estado russo seguia esteve envolvido numa “batalha de defesa aérea” no passado domingo. “Durante o período em que o Presidente estava a trabalhar na região de Kursk, o inimigo lançou um ataque sem precedentes com veículos aéreos não tripulados”, começou por relatar o major-general, acrescentando: “Levámos a cabo uma batalha de defesa aérea e garantimos a segurança do voo do helicóptero presidencial no ar.”
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O helicóptero em que Putin viajava tem cerca de 25 metros de comprimento e pode transportar até 30 passageiros ou quatro toneladas de carga, detalha o Telegraph. E estará equipado com sistemas de defesa (entre os quais bloqueadores de infravermelhos, distribuidores de foguetes e um revestimento blindado).
No entanto, o sistema defensivo do helicóptero em causa não é, normalmente, forte o suficiente para dar resposta a ataques coordenados de drones, segundo o jornal britânico. Ainda assim, segundo as forças russas foram destruídos todos os drones durante a operação. “A tarefa foi cumprida. O ataque dos drones inimigos foi repelido e todos os alvos aéreos foram atingidos”, garantiu o major-general Yuri Dashkin.
Segundo o Telegraph, o Kremlin só divulgou a viagem de Putin a Kursk (e o episódio alegadamente vivido) depois de o presidente russo deixar a região. Até ao momento, a Ucrânia ainda não reagiu nem comentou o alegado ataque.