Carlos Moedas escolheu Margarida Mano como candidata a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa. A antiga ministra da Educação e da Ciência no segundo e curto governo de Pedro Passos Coelho junta-se assim à equipa do atua presidente da Câmara, que tentará desta vez ter os votos suficientes para controlar aquele órgão municipal — atualmente é a socialista Rosário Farmhouse quem preside à Assembleia Municipal de Lisboa.
Doutorada em Gestão pela Universidade de Southampton, Margarida Mano é atualmente vice-reitora da Universidade Católica Portuguesa e Presidente da Direção da TI-PT, Associação Transparência e Integridade — tendo, segundo fonte da campanha de Carlos Moedas, solicitado a suspensão de funções deste último cargo a partir do início da campanha eleitoral para as eleições autárquicas 2025).
Margarida Mano é ainda Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FORGES (Associação Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa) e membro do Conselho de Supervisão da Ordem dos Engenheiros.
Foi também ministra da Educação e da Ciência no XX Governo da República (2015) e deputada na Assembleia da República Portuguesa, na XIII Legislatura (2015-2019), com responsabilidades nas áreas de Educação, Ensino Superior, Ciência, Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.
Além do cargo que ocupa atualmente na Universidade Católica, Margarida Mano desempenhou funções de direção na Universidade de Coimbra como vice-Reitora, pró-Reitora e administradora (1996-2015) e na Banca, no Millenium BCP e BPA (1987-1996).
Tem como áreas de interesse científico a Gestão Estratégica (análise prospetiva, cenarização), Gestão da Mudança, Qualidade e Modelos de Governação. Participou nestas áreas em diversos projetos, nomeadamente enquanto especialista da EFQM (EuropeanFoundation for Quality Management) no âmbito da Educação. Membro fundador de redes universitárias internacionais (RAUI; HUMANE e FORGES), Margarida Mano é autora de várias publicações (livros e artigos) no âmbito do Planeamento Estratégico e da Governação.
[Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]