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Os Estados Unidos intercetaram mais um petroleiro venezuelano no mar das Caraíbas, indicou hoje o Exército norte-americano, enquanto o Governo Trump continua a visar os petroleiros sancionados que viajam de e para a Venezuela, noticiou a agência Reuters.
Segundo a mesma fonte, trata-se do navio Olina, que foi abordado perto de Trinidad e Tobago. O petroleiro estaria a navegar indevidamente com a bandeira de Timor-Leste.
A ação, realizada antes do amanhecer, foi efetuada por fuzileiros e marinheiros norte-americanos, que fazem parte do reforço de tropas nas Caraíbas, destacado desde setembro, segundo o Comando Sul dos Estados Unidos, que declarou que “não há refúgio seguro para criminosos” ao anunciar a apreensão da embarcação na rede social X.
Once again, our joint interagency forces sent a clear message this morning: “there is no safe haven for criminals.”
In a pre-dawn action, Marines and Sailors from Joint Task Force Southern Spear, in support of the Department of Homeland Security, launched from the USS Gerald R.… pic.twitter.com/StHo4ufcdx
— U.S. Southern Command (@Southcom) January 9, 2026
O Olina é o quinto petroleiro apreendido pelas forças norte-americanas no âmbito de uma iniciativa mais vasta do Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump, para controlar a distribuição de produtos petrolíferos da Venezuela a nível global, após a retirada do poder do então Presidente, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos numa operação militar noturna, a 3 de janeiro.
A Marinha norte-americana não forneceu até agora pormenores sobre se a Guarda Costeira fazia parte da força que assumiu o controlo do navio, como ocorreu em apreensões anteriores. Um porta-voz da Guarda Costeira dos Estados Unidos disse que não haveria comentários imediatos sobre o apresamento do petroleiro venezuelano.