A Polícia de Segurança Pública (PSP) publicou, nesta terça-feira, um longo vídeo nas redes sociais que inclui várias imagens que mostram as agressões e ameaças de que os agentes da autoridade foram alvo por parte dos manifestantes pelo direito à habitação.
“A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos”, afirma a polícia, acrescentando: “Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas”.
A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos. Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas. pic.twitter.com/CXka72VuDi
— PSP – Polícia de Segurança Pública (@PSP_Portugal) October 27, 2026
As imagens foram captadas por vários meios de comunicação social na madrugada de domingo, na qual a Praça do Rossio, em Lisboa, foi palco de uma intervenção policial e confrontos violentos durante a desmobilização da “Acampada pelo Direito à Habitação”. O vídeo contém, também, imagens dos confrontos entre manifestantes e esta força de autoridade na Praça D. João I, no Porto.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]