Era 00h05 em Belgrado. Na madrugada desta quarta-feira na capital sérvia, um menor de 16 anos levou a cabo o que as autoridades sérvias classificam como “ato terrorista”. Trazendo duas facas consigo, o adolescente aproximou-se da embaixada israelita em Belgrado, gritou “Allahu Akbar” (Alá é grande) e tentou atacar o polícia que vigiava o local, que ficou com ferimentos ligeiros.
“Um menor, cuja identidade ainda não foi estabelecida, e que se suspeita ser da localidade de Šabac, enquanto gritava “Allahu Akbar”, atacou um membro da polícia com duas facas”, informou o vice-primeiro-ministro e ministro da Administração Interna da Sérvia, Ivica Dačić, acrescentando que o agente da segurança abateu o jovem de 16 anos.
Apesar de a identidade do menor não ser conhecida, o ministro sérvio sinalizou que os serviços de segurança do país “estavam a vigiá-lo” e têm conhecimento de que era um “simpatizante” do autoproclamado Estado Islâmico. Citado pela imprensa local, Ivica Dačić referiu que no perfil do Instagram do jovem “exibia uma bandeira negra com o símbolo” do Daesh.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita confirmou também, na manhã desta quarta-feira, o ataque na embaixada. Numa nota, a diplomacia de Telavive indicou que “o atacante foi neutralizado no local pela polícia e nenhum membro da embaixada ficou ferido”. “A embaixada estava fechada durante o ataque”, que foi durante a noite. “O incidente está a ser investigado pelas autoridades relevantes”, acrescentou.
Por causa deste ataque, a Sérvia aumentou o “nível de alerta” de terrorismo para o “nível máximo possível”. “A investigação está a ser conduzida e todos os detalhes serão conhecidos”, garantiu Ivica Dačić, citado pela imprensa local.
O ataque aconteceu durante a madrugada em que estavam a ser contados os votos das eleições legislativas israelitas.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]