Portugal e o Peru reforçaram a cooperação na luta contra redes criminosas internacionais com a assinatura de um acordo portuário estratégico, anunciaram esta segunda-feira os respetivos ministros dos Negócios Estrangeiros depois de uma reunião bilateral sobre questões de atualidade.
O acordo, assinado entre a Autoridade Portuária Nacional do Peru e o Porto de Sines antes do início da reunião oficial em Lisboa, visa blindar as infraestruturas marítimas de ambos os países contra o narcotráfico, o contrabando e a lavagem de ativos.
“Vamos reforçar a segurança marítima e a luta contra o crime internacional e os crimes transnacionais, que são, obviamente, preocupações de Estados marítimos, de Estados que têm costa, que são portas de entrada no continente sul-americano e no continente europeu”, afirmou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]