“Anestesia”, “reforma” e “o fundo do poço”. As 22 frases que entusiasmaram o congresso /premium

27 Maio 2018

Há recados aos (eventuais) sucessores, elogios ao líder e referências mais ou menos explícitas ao passado do PS. Também há pedidos de maioria absoluta. São as 22 frases do 22.º Congresso do PS.

“Aviso já que não meti os papéis para a reforma”
António Costa, secretário-geral
"Não é com o PSD ou com o CDS que vamos proteger o sistema público de pensões. O mesmo com a Educação, o mesmo com a Saúde. Caros e caras camaradas, isto não é populismo, isto não é radicalismo, isto é ser socialista!"
Pedro Nuno Santos, secretário nacional
“António Costa, anestesiaste muito o PCP e o Bloco e isso foi muito bom para Portugal”
Francisco Assis, militante socialista
"Se os resultados eleitorais permitirem a renovação da atual solução política, ela deve fazer-se. Quer dizer, repeti-la e renová-la. É preciso encontrar novos compromissos, mas com um novo nível de empenhamento"
Augusto Santos Silva, membro da Comissão Política Nacional
"Quebrámos a asfixia democrática que ameaçava o projeto europeu. O pensamento único foi abalado e existe agora um pensamento progressista europeu"
Carlos Zorrinho, presidente da delegação socialista no Parlamento Europeu
“Não permitiremos que nos apaguem da memória. Não aceitamos que inquéritos judiciais sirvam para lógicas abusivas de associação. Isso é próprio de regimes totalitários”
Eduardo Ferro Rodrigues, membro da Comissão Política Nacional
"O conluio do centrão é uma conspiração. Às vezes é preciso falar, é preciso partir a loiça"
Ana Gomes, militante socialista
"O PS é o único partido aceite à esquerda e à direita”
Carlos César, presidente do PS
“Iniciámos este congresso celebrando a nossa história. Recordámos todos, de Mário Soares a António José Seguro. Temos honra na nossa história”
António Costa, secretário-geral
"Parece-me legítimo, possível e desejável o PS pedir aos portugueses um reforço da confiança que se traduza numa maioria absoluta nas próximas eleições legislativas”
Vasco Cordeiro, líder do PS/Açores
"Não consultei ainda a minha declaração nestes dias, ainda não fiz essa revisão"
Pedro Marques, ministro secretário nacional
"Eu sujeitei-me. O PS não tem donos, nem atuais nem futuros, e muito menos vencedores antecipados"
Daniel Adrião, membro da Comissão Política Nacional
“No PS, prometemos e cumprimos. A nossa palavra dada é mesmo palavra honrada. Queremos agora construir novas palavras, novos compromissos, novas garantias que queremos dar aos portugueses nas próximas legislativas"
Mariana Vieira da Silva, secretária nacional
“O PS deve ter uma ambição clara de voltar a ser o maior partido no Parlamento, seja com maioria absoluta — que é muito difícil — ou maioria relativa. E a partir daí negociar à sua esquerda e à sua direita. Há matérias mais fáceis de negociar à esquerda e outras mais fáceis de negociar à direita”
Francisco Assis, militante socialista
“Não combato nenhum socialista, de nenhuma tendência ou opinião. Combato a direita”
Augusto Santos Silva, membro da Comissão Política Nacional
"Quando não havia uma solução para um problema, quando estávamos no fundo do poço, o António Costa encontrava uma solução, mesmo que tivéssemos de sair sem uma perna ou sem uma orelha"
Ascenso Simões, membro da Comissão Política Nacional
"Se há algo de que nos devemos orgulhar nestes dois anos e meio é que acabámos com o mito de que a direita é que sabe governar a economia e as finanças"
António Costa, secretário-geral
"Depois destes dois anos e meio liderados por António Costa, podemos todos sair lá fora e, com orgulho, dizer: ‘Sim, eu sou socialista’"
Pedro Nuno Santos, secretário nacional
“A maioria absoluta pode ter efeitos perversos”
Ana Gomes, militante socialista
“A política de combate à corrupção está no ADN do PS e de António Costa”
Eduardo Ferro Rodrigues, membro da Comissão Política Nacional
“És um bom primeiro-ministro no contexto da geringonça, imagina o primeiro-ministro que podes ser sem esta limitação”
Francisco Assis, militante socialista
"Provámos que era possível virar a página da austeridade sem sair do euro"
António Costa, secretário-geral
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Maioria de Esquerda

Geringonças e blocos centrais /premium

João Marques de Almeida
102

Depois da sua posição, se quiser ser coerente (não é evidente que queira), Rio terá que defender um referendo à eutanásia. Os temas de consciência individual não podem ser decididos só pelos deputados

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