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Divulgada pelo próprio presidente do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), a notícia chocou o País este domingo: os exames presenciais foram suspensos depois de vários alunos da instituição terem sido infetados com o novo coronavírus numa “festa covid”, com “prémio para o primeiro a testar positivo”, chegou a dizer Joaquim Brigas aos microfones da Rádio Observador.

Depois de no sábado ao final do dia as autoridades de saúde terem dado conta de 8 casos, esta terça-feira, dia em que a Procuradoria da República da Comarca da Guarda anunciou a instauração de um inquérito, “visando a averiguação da prática dos crimes de propagação de doença contagiosa e instigação pública a um crime”, eram já 23 os infetados relacionados com o surto.

Esta quarta-feira, um dia mais tarde, a contagem subiu para 27 — 17 pessoas estão internadas na Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda e 10 encontram-se em vigilância ativa domiciliária; pelo menos 15 são alunos do IPG, onde estudam cerca de 3.500 jovens, disse esta quarta-feira ao Observador Joaquim Brigas. “Os internados estão na maioria sem sintomas, só vão ficar em isolamento para não propagarem a doença”, detalhou. “Houve uma situação que afetou estudantes do Politécnico, a maioria dos PALOP. Terá sido numa festa de aniversário que ocorreu esta contaminação”, explicou também o presidente do estabelecimento de ensino superior.

MP investiga festa que terá permitido contágio entre estudantes do Politécnico da Guarda

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