Desde o primeiro dia, os estudantes da Católica Medical School entram em contacto com a prática clínica, aprendem através da resolução de problemas reais e desenvolvem competências humanas essenciais à profissão médica. Um modelo de ensino inovador que coloca o aluno no centro da sua formação e aposta numa medicina mais próxima, ética e humanizada.
“A Faculdade de Medicina da Católica tem a grande vantagem, e desafio, de ter implementado um currículo e metodologias de educação cientificamente comprovadas desde a sua inauguração. O arranque duma instituição com este tipo de cultura tem o efeito de comprometer professores e alunos nas metodologias ativas de aprendizagem e na aquisição, desde cedo, de competências clínicas”, refere o Diretor da Faculdade de Medicina, António Medina de Almeida.
Para formar profissionais de saúde de excelência, a Católica Medical School utiliza metodologias de ensino nas quais os alunos são os protagonistas da sua própria formação, dando-lhes autonomia para tomar decisões sobre o seu percurso académico e profissional.
Com um currículo inovador, o curso foi pensado para que os alunos aprendam através do método de aprendizagem baseada em problemas (PBL, na sigla em inglês), que potencia a proatividade e encoraja-os a adquirir conhecimento de forma independente e a envolverem-se ativamente na profissão que, um dia, vão exercer. Este método, utilizado em universidades de referência, tem provas dadas de sucesso e baseia-se na abordagem pedagógica desenvolvida pela Universidade de Maastricht.
“Ao aprender através da resolução de problemas, os alunos são estimulados a recolher conhecimentos científicos e a relacioná-los com realidades que veem no seu dia a dia.” – António Medina de Almeida, Diretor da Católica Medical School.
Para Sofia Bernardes, aluna do 5.º ano, este tipo de aprendizagem é uma mais-valia: “vi no programa e método de ensino da Católica Medical School finalmente uma forma de aprender que me fazia sentido. Desde cedo somos nós a ter a responsabilidade de orientar o nosso estudo, e poder partilhar aquilo que aprendemos com os nossos colegas é uma experiência de aprendizagem incrível que materializou o meu sonho de ser médica”.
Num contexto de profundas alterações na sociedade e na área da saúde, em que a mudança acelerada é a constante, importa repensar a forma como se ensina medicina e como são prestados os cuidados de saúde. Torna-se evidente a necessidade de formar médicos mais completos e apostar no desenvolvimento das suas competências humanas e da relação médico-paciente.
Ética, responsabilidade e empatia: características essenciais para quem quer ser médico
Com os avanços da ciência e o acesso mais amplo e imediato à informação, os pacientes tornam-se mais informados e participativos nas decisões sobre a sua saúde, o que reforça a necessidade de uma relação médico-paciente baseada na confiança, no respeito mútuo e na comunicação clara.
“Os doentes procuram no médico alguém que os acompanhe no seu percurso de doença e saúde, alguém que filtre e personalize a ciência ao seu caso individual”, explica o diretor da Católica Medical School. A humanização dos cuidados de saúde ganha, então, destaque, valorizando não apenas o diagnóstico e o tratamento, mas também a escuta ativa, a compreensão das necessidades individuais e o envolvimento do paciente no processo terapêutico.
“Esta relação humana é o elemento onde a perícia clínica, que colhe dados de história clínica e exame físico, dá a confiança ao doente e o consola na certeza de que é e será cuidado.” – António Medina de Almeida, Diretor da Católica Medical School.
Para quem está a começar o seu percurso na área da medicina, esta é uma componente fundamental. “A relação médico-doente é, antes de tudo, uma parceria. A medicina é tão mais do que conhecimento teórico de anatomia e patologia, é uma ciência humana e esta valência essencial merece também ser treinada e valorizada ao longo do nosso percurso académico”, afirma Sofia Bernardes, aluna do 5.º ano do Mestrado Integrado em Medicina.
É, também, garantido o envolvimento dos estudantes em projetos de investigação, para que possam adquirir experiência científica real e desenvolver o pensamento crítico. O ensino em inglês e o ambiente multicultural, marcas distintivas do curso, permitem ainda o desenvolvimento de competências interrelacionais importantes para lidar com os desafios atuais e futuros da sociedade, em qualquer parte do mundo.
Um curso desenhado para a realidade clínica
O curso é ministrado na Católica Medical School, no campus de Sintra e nas várias unidades da rede Hospital da Luz, sendo o Hospital da Luz Lisboa o hospital universitário da Faculdade de Medicina da Católica. Há também acordos com as ULS da região da Grande Lisboa, permitindo assim diversificação das experiências clínicas. Os estudantes são totalmente integrados em equipas clínicas, começando desde cedo a contactar com as comunidades. O propósito desta abordagem é claro: “o conhecimento tem uma taxa de retenção muito mais elevada se os dados aprendidos tiverem uma associação com situações e utilizações concretas”, explica o Diretor da Católica Medical School.
Do ponto de vista dos estudantes, as vantagens também são mais que muitas. “Desde cedo temos aulas teóricas e práticas que nos ensinam a abordar uma consulta, a lidar com temas difíceis e cenários com doentes que podem ser mais complicados. Podemos logo a partir do primeiro ano treinar com pacientes simulados. Estas consultas ficam gravadas e disponíveis para os nossos colegas de turma reverem e poderem comentar aspetos positivos e aspetos a melhorar na nossa abordagem médica e linguagem não verbal”, refere Sofia Bernardes.
Com instalações de topo, um corpo docente qualificado e treinado e importantes parcerias estratégicas, os estudantes da Católica Medical School beneficiam de uma formação médica verdadeiramente internacional, concebida para o século XXI. Quer aspirem a trabalhar na prática clínica ou na investigação, o Mestrado Integrado em Medicina da Católica fornece-lhes as ferramentas e as experiências necessárias para o sucesso.