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As primeiras impressões de Lewis Hamilton sobre a pista do Grande Prémio da Turquia dificilmente poderiam ser piores. “Uma m****”, atirou sobre um piso que descreveu como “gelo”. “É assustador em todo o lado. É quase como se houvesse partes molhadas. Com estes pneus, se estás com menos 10 ou 20 graus, eles não trabalham. Se tens 20 graus a mais, eles também não trabalham”, atirou nos treinos livres. No entanto, seria nesse cenário do circuito de Istambul que o britânico conseguiria fazer história este domingo, depois da qualificação “menos agradável da carreira” e de uma autêntica dança dos peões e das saídas largas à chuva numa corrida onde voltou a ser o mais forte, sagrando-se heptacampeão mundial aos 35 anos, igualando o recorde de Michael Schumacher num ano onde bateu outros registos do germânico como o de número de vitórias em Grandes Prémios. E se o piloto que nasceu e cresceu em Stevenage atingiu agora o topo, há sete aspetos que o colocam à margem de qualquer outro.

Chegou a hora H, o dia que todos pensámos ser só daqui a décadas: Lewis Hamilton é novamente campeão do mundo e iguala recorde de Schumacher

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