E se criar novas moléculas fosse tão simples como estalar os dedos — ou encaixar duas peças de Lego? Na verdade, já é, graças ao trabalho dos três laureados com o prémio Nobel da Química — Carolyn R. Bertozzi, Morten Meldal e K. Barry Sharpless —, anunciado esta quarta-feira pela Real Academia Sueca das Ciências, em Estocolmo.

“Fico muito contente que este Nobel seja atribuído a estes três cientistas”, diz ao Observador Ana Petronilho, investigadora no Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB, Oeiras). “Acho que enaltece o trabalho absolutamente fundamental da química sintética, que nem sempre tem uma aplicação no imediato, mas que pode ter um impacto nas nossas vidas que vai muito além do que era esperado inicialmente.”

Pode ouvir a entrevista completa a Ana Petronilho no programa Resposta Pronta da rádio Observador.

Ana Petronilho: “A química de ‘clique’ tinha de ser premiada com um Nobel”

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