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De pernas afastadas, mãos sobre os joelhos, à luz das velas e sobre um chão de linóleo axadrezado branco e preto. E avental. Com óculos de massa pretos e expressão séria. Rafael Esteves Martins diz que gosta de passar despercebido, mas já em 2009, naquelas que tipicamente são reuniões secretas, optou por dar a cara. Com 21 anos, era o segundo mais novo maçon na loja, e deixou-se fotografar — dizia — para pôr as pessoas que o conheciam “a pensar sobre o que será, afinal, a maçonaria”. 

A reunião era da Grande Loja Tradicional de Portugal (GLTP), uma das lojas maçónicas mista em Portugal, ainda que não reconhecida pelas outras lojas. À data, o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, António Reis, explicava ao Expresso: “A Grande Loja Tradicional de Portugal é uma falsa obediência maçónica que não respeita os requisitos mínimos constitutivos de uma obediência maçónica e que nós não reconhecemos como tal. Não passa de um clube de amigos”.

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