Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O mar é um negócio de família. Há linhas de navegadores, militares, pescadores, piratas — e cartógrafos. E algumas das famílias de cartógrafos portugueses foram das melhores do mundo. Os cartógrafos nascidos e criados em Portugal foram cobiçados por imperadores, nomeados por reis e essenciais aos melhores cientistas da época.

Há nomes bem conhecidos dos portugueses, com destaque nos manuais de história e com direito a polémica séculos depois: afinal foi a circum-navegação de Fernão de Magalhães uma momento de glória português ou espanhol? Mas, por cada acontecimento histórico que vem nos exames das escolas, há milhares de caras que continuam desconhecidas.

É de uma mistura de personalidades desconhecidas e de figuras inevitáveis que se faz o mais recente livro de José António Rodrigues Pereira: “Homens do Mar — Os portugueses que se destacaram na história marítima de Portugal”, uma coletânea de 51 figuras que ajudaram a construir a relação elevada a mito de Portugal com o mar.

José António Rodrigues Pereira, no livro que sai a 16 de maio, publicado pela Esfera dos Livros, fala de Diogo Cão, D. Luís I, Gil Eanes e muitos outros. Nesta pré-publicação, mostramos os portugueses que deixaram o país, literalmente, no mapa. As famílias Reinel, Homem e Teixeira Albernaz, em colaboração ou à vez, mostraram que os cartógrafos portugueses estavam ao nível dos melhores do mundo.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.