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Bárbara Tomaz posa ao lado do automóvel DS com a ponte 25 de abril ao fundo.
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Bruno Barata

Bruno Barata

Um dia perfeito em Lisboa à beira-Tejo

Da zona de Belém ao Jardim do Tabaco, um roteiro que une arte e tradição, passado e futuro, história e os sabores da chef Marlene Vieira, a única mulher estrelada pelo Guia Michelin em Portugal.

Surpresa e liberdade são palavras-chave na cozinha da chef Marlene Vieira.

Surpresa porque, no seu restaurante de fine dining Marlene, não há menu à mesa. Cada prato só se revela no momento em que chega, cuidadosamente apresentado como parte de uma narrativa que o cliente descobre ao longo da experiência.

Bruno Barata

E liberdade porque essa é a palavra que Marlene repete com mais convicção. Única mulher a ostentar uma estrela Michelin em Portugal, ela vê Lisboa como um ponto de encontro entre culturas; e a sua cozinha, como um reflexo dessa mistura viva. “Lisboa é uma cidade virada para o mundo. E o Marlene representa um pouco o que é a sua multiculturalidade”, diz a chef. “A minha cozinha é, sobretudo, livre.”

Surpresa e liberdade são também os ingredientes deste roteiro pela Lisboa que vive à beira do Rio Tejo, entre tradição, modernidade e horizontes abertos. Um dia perfeito por caminhos menos óbvios, paisagens com história e experiências que se revelam aos poucos, na companhia da fotógrafa e food stylist Bárbara Tomaz e a bordo do novo DS Nº8.

O dia começa entre palmeiras e pavões no Jardim Botânico Tropical da Universidade de Lisboa, em Belém. Um oásis verde escondido nas proximidades do Mosteiro dos Jerónimos, onde crescem espécies exóticas de todos os continentes, muitas trazidas para Portugal nos tempos das grandes navegações. É uma primeira paragem que nos lembra que Lisboa sempre foi um ponto de encontro entre mundos distantes.

Museu Maat em Lisboa

Bruno Barata

Dali, seguimos alguns passos em direção à ponte pedonal do MAAT, um corredor suspenso que liga o passado e o futuro com leveza e curvas brancas ao longo dos seus 125 metros de extensão. Já à beira-rio, o próprio MAAT, com a sua arquitetura futurista e ondulante desenhada pela arquiteta inglesa Amanda Levete, oferece mais do que exposições: oferece horizonte.

A cidade vai-se revelando por camadas. Já a bordo do DS Nº8 chegamos ao Museu do Oriente, um antigo armazém de bacalhau transformado num espaço multicultural, onde descobrimos os encontros entre Portugal e a Ásia através de um acervo imponente que inclui biombos, máscaras, marionetas e porcelanas que testemunham séculos de trocas culturais.

Bruno Barata

De volta à rua, as curvas da 24 de Julho levam-nos ao coração da Madragoa. Fica aqui o nosso destino para um brunch especial: Uaipi, um pequeno restaurante comandado pelo francês Greg e a brasileira Laila, onde a mandioca é protagonista: dadinhos de tapioca com molho agridoce picante, pão de queijo, tapioca recheada de ovos cremosos e pó de linguiça e um bom salmorejo com ovo mollet foram acompanhados de um chá mate batido com limão e café coado. Depois, o sobe e desce da zona é perfeito para embalar a tarde.

Com indícios de ocupação desde o período romano, a Madragoa é uma das zonas mais antigas de Lisboa, onde de fato respira-se o aroma de outros tempos. Percorrê-la sem pressa é uma viagem à alma alfacinha entre ruelas estreitas, roupas estendidas nas janelas e ângulos indiscretos que vezes sem conta revelam a intimidade dos seus despreocupados moradores, de portas e janelas escancaradas à rua.

Bruno Barata

O nosso próximo destino é o Campo das Cebolas, e pelo caminho Lisboa desfila pela janela do carro: Ribeira das Naus, Terreiro do Paço, Cais das Colunas. Completamente renovado em 2018, o Campo das Cebolas é morada da emblemática Casa dos Bicos, uma construção de 1523 que é um dos grandes exemplos da Lisboa renascentista. O seu nome deve-se ao revestimento da fachada, com pedras pontiagudas. Lar da Fundação José Saramago, o edifício abriga uma biblioteca e uma exposição permanente sobre a vida do escritor.

O dia termina tal como começou: em total liberdade. No restaurante Marlene, a chef recebe-nos para o grand finale do nosso dia à beira-Tejo. À mesa, um jantar digno da estrela que conquistou na última edição do Guia Michelin. “Eu sabia que esta estrela era muito maior do que eu e é uma estrela para todas as mulheres”, comemora a chef. “Têm sido uns meses de muita partilha de felicidade.”

Arroz de tomate, foie gras de tamboril, gelado de queijo de cabra com cerejas do Fundão… Nas mãos de Marlene, nada é o que parece ser e cada prato mais parece uma pequena obra de arte, sempre criada à volta dos ingredientes da época. “Não queremos estar só a fazer coisas que já foram feitas pelos outros. Na minha cozinha, eu conto uma história através de sabores e texturas.”

E assim encerramos um percurso por Lisboa ao sabor da luz, da história e dos sabores que surpreendem tanto quanto as curvas do caminho. Entre ruelas antigas e arcadas futuristas, fomos guiados pelo horizonte sempre delineado pelo Tejo. Tal como na cozinha de Marlene, descobrimos que o mais especial nem sempre se anuncia; apenas se revela.

Bárbara Tomaz ao lado de um automóvel DS Interior DS N8

Bruno Barata

A harmonia do movimento com o DS N°8

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Conduzir o DS N°8 é uma experiência de conforto e silêncio – a companhia perfeita para descobrir o país, de Braga a Lisboa. Ao longo das margens do Tejo, pelas ruas largas de Belém ou as curvas da Madragoa, tudo flui. A versão E-TENSE 100% Elétrica oferece uma autonomia combinada até 750 km, permitindo deslizar pelas estradas da cidade em total serenidade.

O interior é um refúgio, com revestimentos de materiais nobres, além de assentos climatizados e com massagem integrada. A tecnologia está sempre presente: o sistema DS IRIS entende comandos por voz, o painel digital adapta-se a cada momento da condução, e a suspensão ativa lê a estrada antes que ela se faça sentir.

É um carro que convida à pausa, à contemplação, à viagem com tempo. Um automóvel para quem aprecia os trajetos tanto quanto os destinos.

Acompanhe-nos até à próxima paragem e siga o guia “Entre Estradas e Estrelas”, com a DS Automobiles.

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