816kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

União Europeia diz que “a única solução que existe é a solução de dois Estados" - como aconteceu

Governo israelita afasta hipótese de cessar-fogo. Mulheres saem à rua em Jerusalém para exigir libertação de reféns. Autoridade Palestiniana acusa Netanyahu de prolongar guerra por agenda política.

GettyImages-1949766934
i

Getty Images

Getty Images

Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Obrigada por nos ter acompanhado neste liveblog, que agora arquivamos para atualizar as notícias sobre a guerra entre Israel e o Hamas neste novo liveblog.

    Jornal Hareetz avança: Israel e Hamas chegaram a base para acordo de cessar-fogo e libertação de reféns

  • Encontradas quatro crianças mortas em ataque ao campo de refugiados de Nuseirat

    Os corpos de quatro crianças foram encontrados e retirados dos escombros na sequência dos bombardeamentos israelitas numa área residencial no campo de refugiados de Nuseirat, relata a agência Wafa, citada pela Al Jazeera.

  • Lançada petição para instar Governo português a apoiar queixa no TIJ

    O coletivo Palestina em Português lançou uma petição ‘online’ para instar o Governo a declarar apoio à queixa apresentada pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) contra Israel, devido ao conflito na Faixa de Gaza.

    A África do Sul apresentou um processo no TIJ contra Israel por genocídio e pediu ao tribunal superior das Nações Unidas (ONU) que ordenasse a suspensão imediata das operações militares israelitas em Gaza.

    Israel rejeita as acusações e diz estar a lutar contra o genocídio.

    Este coletivo realçou hoje que o “posicionamento de Portugal contra este massacre, assim como noutros momentos da História, de que é exemplo a solidariedade ativa com o povo de Timor Leste, poderá ser um contributo importante para o fim do genocídio em curso na Faixa de Gaza”.

    Portugal deve demonstrar “o seu compromisso com o direito internacional humanitário e os princípios de igualdade, justiça e autodeterminação dos povos plasmados na Constituição da República Portuguesa”, realçaram ainda, no comunicado onde anunciam o lançamento da petição ‘online’.

    A petição pode ser assinada através da página https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT119465, enquanto informações sobre a petição estão disponíveis na página na rede social Instagram “palestinaemportugues”.

    O coletivo Palestina em Português junta “pessoas comprometidas com a promoção dos direitos humanos e de justiça para o povo palestiniano”, explicaram também.

    A principal atividade do coletivo prende-se com a tradução e publicação de notícias sobre a Palestina.

    “O coletivo promove ações de solidariedade com a causa da independência da Palestina em Portugal”, acrescentaram.

  • Hamas elogia posição do Egito de rejeitar a pressão de Israel em Gaza

    Um oficial do Hamas disse hoje que o grupo “valoriza” a posição do Egito, que se opõe à tentativa de Israel de controlar a fronteira entre Gaza e o Egito.

    Para Taher al-Nunu, a posição tomada pelo Cairo demonstra “a importância do papel egípcio e os seus fortes efeitos no apoio ao povo palestiniano nesta batalha histórica e na cessação da agressão brutal” em Gaza, cita a Al Jazeera.

  • Reino Unido tem "três objetivos principais" para discutir com Israel

    David Cameron está em Israel “para discutir três objetivos principais”, que passam pela “libertação imediata de reféns”, pelo “aumento da ajuda em Gaza” e “uma pausa humanitária imediata”, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico no X.

  • Houthis reivindicam ataque a navio militar dos Estados Unidos

    Os houthis dizem ter atingido um navio militar dos Estados Unidos esta quarta-feira, depois de um confronto no Golfo de Aden e em Bab al-Mandab, relata a Al Jazeera.

    De acordo com o grupo do Iémen, o confronto levou a que o navio norte-americano fosse atingido e obrigou dois navios comerciais “a retirarem-se” da zona “e a regressarem”.

    “As forças militares do Iémen usaram vários mísseis balísticos durante confrontos de mais de duas horas”, partilhou o grupo.

  • União Europeia diz que “a única solução que existe é a solução de dois Estados"

    Sven Koopmans, enviando especial da União Europeia no Médio Oriente, afirmou hoje que a comunidade internacional deve pressionar em busca da solução de dois Estados, embora Netanyahu “não esteja interessado”.

    “A única solução que existe é a solução de dois Estados. É realista? É muito difícil. Mas não há outra solução. É claro para o primeiro-ministro Netanyahu que ele não é a favor de uma solução de dois Estados, e isso está claro há muito tempo. Ao mesmo tempo, não ouvimos nenhuma solução alternativa”, afirmou Koopmans à Al Jazeera.

  • Ataque a abrigo da ONU é "violação flagrante" das regras da guerra

    Os ataques contra um abrigo das Nações Unidas para deslocados em Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, são “uma violação flagrante das regras fundamentais da guerra”, acusou o chefe da Agência da ONU para os Refugiados Palestinianos (UNRWA).

    O centro de formação transformado em abrigo “está claramente marcado como uma estrutura da ONU e as suas coordenadas foram partilhadas com as autoridades israelitas”, escreveu Philippe Lazzarini, chefe da UNRWA.

    A mesma fonte acrescentou ainda que o número de nove mortes anunciado anteriormente será “provavelmente maior”.

  • Combates em Khan Yunis deixam centenas de pacientes retidos em hospital

    Os intensos combates de hoje entre tropas israelitas e milicianos palestinianos próximo do principal hospital da segunda maior cidade da Faixa de Gaza deixaram centenas de pacientes e de deslocados retidos na infraestrutura sanitária, indicaram fontes médicas.

    Israel ordenou aos residentes que abandonassem uma zona no centro de Khan Yunis que inclui o Hospital Nasser e duas instalações médicas mais pequenas, em mais uma ofensiva militar contra o Hamas, que já dura há três meses.

    Segundo o gabinete humanitário das Nações Unidas, a zona alberga mais de meio milhão de pesoas, entre habitantes locais e deslocados devido aos combates noutras partes de Gaza.

    Mas os Médicos Sem Fronteiras (MSF) disseram que a fuga não era uma opção para muitos, lembrando que o próprio pessoal da organização ficou preso em Nasser com cerca de 850 pacientes e milhares de pessoas deslocadas porque as estradas circundantes eram inacessíveis ou demasiado perigosas.

    O hospital, segundo os MSF, é um dos dois únicos no sul da Faixa de Gaza que ainda pode tratar pacientes em estado crítico. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, também disse que o hospital tinha sido isolado.

  • Tribunal superior da ONU decide esta sexta-feira sobre caso em que Israel é acusado de genocídio

    O tribunal superior das Nações Unidas (ONU) vai anunciar, esta sexta-feira, a decisão no caso em que Israel é acusado de genocídio na Faixa de Gaza.

    A decisão do Tribunal Internacional de Justiça pode ordenar Israel a que ponha fim à ofensiva militar em Gaza.

    Em causa está uma queixa apresentada pela África do Sul que argumenta que “Israel se envolveu, está a envolver-se e corre o risco de continuar a envolver-se em atos genocidas contra o povo palestiniano em Gaza”. Estas ações são levadas a cabo “com a intenção específica” de “destruir os palestinianos como parte de um grupo nacional, racial e étnico”, pode ler-se na queixa.

  • Itália vai tratar 100 crianças feridas na Faixa de Gaza

    A Itália vai receber 100 crianças palestinianas feridas na Faixa de Gaza durante o conflito com Israel. O anúncio foi feito pelo ministro italiano da Defesa, Guido Crosetto, esta quarta-feira, e noticiado pela agência Reuters.

    Até ao momento sabe-se que 30 crianças serão transportadas via Egito e que outras 30 chegam a Itália juntamente com as suas famílias no fim do mês de janeiro, ficando a faltar informações sobre as restantes crianças.

    “Não se pode ficar indiferente perante a grave crise humanitária”, referiu o governante, que deixou claro que, “mais do que [um ato] político”, este é “um dever moral”.

  • Marinha dos EUA confirma mísseis no Mar Vermelho enquanto escoltava navios

    A marinha dos EUA terá avistado mísseis no Mar Vermelho enquanto escoltava navios da Maersk, segundo a Reuters, que cita a empresa.

    Em causa está a navegação de dois navios com bandeira dos EUA no estreito de Bab el-Mandeb, que liga o Mar Vermelho ao Golfo de Adem, acompanhados pela marinha dos EUA, que voltaram para trás depois de se aperceberem de explosões na região.

    “Durante a viagem, os navios relataram ter visto explosões nas proximidades e o acompanhamento da Marinha dos EUA também intercetou vários projéteis”, referiu a Maersk em comunicado, acrescentando que tanto os navios como a tripulação não sofreram quaisquer danos ou ferimentos.

  • Organizações pedem fim de entregas de armas a Israel e grupos palestinianos

    Um grupo de 16 organizações não-governamentais apelou à comunidade internacional para cessar imediatamente o fornecimento de armas às Forças de Defesa de Israel e aos grupos palestinianos, sob o risco de serem usadas para cometer violações dos direitos humanos.

    A Amnistia Internacional, a Save the Children, a Oxfam e o Conselho Norueguês para os Refugiados, entre outras organizações, apelaram a todos os Estados-membros das Nações Unidas para “pararem de alimentar a crise na Faixa de Gaza e evitarem uma catástrofe humanitária maior”, bem como a perda de mais vidas civis.

    “Os Estados-membros têm a responsabilidade legal de utilizar todas as ferramentas possíveis para tirar partido de uma melhor proteção dos civis”, sublinharam as organizações, que lamentam que a Faixa de Gaza se tenha tornado no “lugar mais perigoso para ser uma criança, um jornalista e um trabalhador humanitário”.

    Da mesma forma, instaram o Conselho de Segurança da ONU a “cumprir a sua responsabilidade de manter a paz e a segurança globais”, adotando medidas destinadas a “impedir a transferência de armas para o Governo de Israel e para os grupos armados palestinianos” e evitar que este armamento seja utilizado para a prática de crimes.

  • Manifestação em Gaza apela a cessar-fogo no enclave

    Dezenas de pessoas reuniram-se, esta quarta-feira, em Gaza para apelar a um cessar-fogo na região.

    Segundo a Associated Press, citada pela Al Jazeera, mulheres e crianças gritavam slogans como “O povo quer o fim da guerra” ou “Queremos voltar para o norte [de Gaza]”.

  • Meloni insiste em solução de dois Estados e discorda de Netanyahu

    A primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni, afirmou hoje discordar da oposição do homólogo israelita, Benjamin Netanyahu, em relação à criação de um Estado para os palestinianos.

    “A Itália sempre foi a favor de um Estado palestiniano e é por isso que não concordo com a posição expressa pelo primeiro-ministro israelita sobre o assunto”, afirmou Meloni na Câmara dos Deputados italiana, admitindo, porém, que tem de haver também concordância noutros aspetos.

    Um acordo não pode ser unilateralmente solicitado: a premissa é o reconhecimento, por parte dos interlocutores, de Israel e do direito dos israelitas a viverem em segurança”, sublinhou.

  • Qatar alerta que entregas de gás estão a ser afetadas pelos ataques dos houthis

    O Qatar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, alertou hoje que as suas entregas estão a ser afetadas pelos ataques contínuos dos rebeldes houthis ao transporte marítimo no Mar Vermelho.

    A declaração da QatarEnergy foi divulgada no mesmo dia que uma explosão foi registada perto de um navio que navegava próximo da costa do Iémen, embora nenhum dano ou feridos tenham sido relatados, segundo os militares britânicos.

    Nenhum grupo assumiu imediatamente a responsabilidade pelo ataque, mas as suspeitas recaíram imediatamente sobre os rebeldes iemenitas houthis.

  • OMS já registou 660 ataques a instituições de saúde em Gaza

    O diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Mediterrâneo Oriental disse que desde o início da guerra já foram registados 660 ataques a instituições de saúde em Gaza, principalmente no norte do enclave.

    Numa conferência de imprensa esta tarde, Ahmed al-Mandhari disse que a situação em Gaza é catastrófica e que os ataques são uma violação flagrante do direito internacional.

  • UNRWA: centro que alberga milhares de pessoas foi atingido em Khan Younis

    Um centro das Nações Unidas na cidade de Khan Younis que está a alojar dezenas de milhares de pessoas deslocadas foi atingido esta quarta-feira, provocando “elevadas baixas” e um incêndio.

    A informação foi avançada por Thomas White, diretor da agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA, na sigla em inglês) em Gaza, numa altura em que os combates estão a escalar no sul do enclave.

    “O acesso seguro de e para o centro foi impedido nos últimos dois dias. As pessoas estão presas”, revelou White numa publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Em declarações à Al Jazeera, um porta-voz da UNRWA disse que não houve qualquer aviso antes do ataque, reforçando as declarações de Thomas White de que nas últimas 48 horas não foi possível chegar perto do centro. “Os tanques israelitas estavam muito perto do complexo”, explicou.

    “Tentamos coordenar a saídas das pessoas deslocadas de lá, mas infelizmente não fomos bem sucedidos nas últimas 48 horas”, relatou Adnan Abu Hasna.

  • Governo israelita afasta hipótese de cessar-fogo

    Numa altura em que a imprensa internacional tem noticiado que Israel e o Hamas estarão mais perto de um acordo para pausar os combates em Gaza e libertar reféns, uma porta-voz do governo israelita afastou a hipótese.

    “Sobre o relato de um acordo de cessar-fogo, Israel não vai desistir da destruição do Hamas, o regresso de todos os reféns e da garantia de que não haverá nenhuma ameaça de segurança vinda de Gaza a Israel”, afirmou Ilana Stein, citada pela Al Jazeera.

    “Não haverá um cessar-fogo. No passado vimos pausas para propósitos humanitários. O acordo foi violado pelo Hamas”, acrescentou a porta-voz.

  • Mulheres saem à rua em Jerusalém para exigir libertação de reféns

    Centenas de mulheres saíram nesta quarta-feira às ruas de Jerusalém para exigir que o Governo israelita chegue a um acordo que permita a libertação dos reféns mantidos na Faixa de Gaza pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

    As manifestantes, que exibiram cartazes onde se podia ler “o tempo está a esgotar-se” para chegar a um acordo sobre a questão, bloquearam várias ruas e cruzamentos da cidade, segundo informações do jornal The Times of Israel. Fontes oficiais adiantaram que se esperam mais protestos ao longo do dia também em Telavive.

    Os organizadores da manifestação indicaram terem decidido realizar uma marcha que reflita a “fúria das mulheres” em todo o país para “exigir um acordo já”, disse Galit Raz Dror, que está entre as responsáveis pela iniciativa do protesto. “Se tivermos de parar o mundo para os trazer de volta, pararemos o mundo”, afirmou.

1 de 2

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos