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    Pode continuar a acompanhar o conflito entre Israel e o Hamas neste novo liveblog.

    Sul da Faixa de Gaza bombardeada esta noite. Três soldados israelitas mortos esta segunda-feira

  • Israel terá atacado Hezbollah e Líbano durante esta noite

    A Força Aérea israelita terá atacado, esta noite, o Hezbollah em resposta aos ataques movidos pelo Líbano ao início de segunda-feira.

    Segundo um comunicado do exército de Israel, o país diz ter atacado a infraestrutura do Hezbollah “em resposta” aos lançamentos contra o estado de Israel.

  • Israel terá instalado bombas em Gaza para inundar túneis do Hamas

    Segundo o The Wall Street Journal, Israel tem em vista um plano para inundar os túneis do Hamas, recorrendo a grandes bombas que visam bombear água do Mar Mediterrâneo.

    A medida visa “destruir os túneis e expulsar os soldados do seu refúgio subterrâneo, mas também ameaçar o abastecimento de água de Gaza”, de acordo com as autoridades norte-americanas, citadas pela referida fonte.

  • Rússia confirma chegada de avião com cidadãos evacuados de Gaza

    Um avião russo com 120 cidadãos daquele país aterrou esta segunda-feira em Moscovo, oriundo da Faixa de Gaza, anunciou o Ministério de Emergências da Rússia em comunicado.

    Entre as 120 pessoas evacuadas, encontravam-se 30 crianças a bordo da aeronave Ilyushin-76. Até ao momento, a Rússia já transportou mais de 880 cidadãos russos para o seu país.

  • OMS apela à proteção de civis e hospitais em Gaza

    A Organização Mundial de Saúde partilhou hoje um comunicado em que afirma que a intensificação dos ataques de Israel no sul de Gaza “vão cortar o acesso aos cuidados de saúde a milhares de pessoas”.

    “À medida que mais civis no sul de Gaza recebem ordens de evacuação imediata e são forçados a deslocar-se, mais pessoas concentram-se em áreas mais pequenas, enquanto os restantes hospitais nessas áreas funcionam sem combustível, medicamentos, alimentos, água suficientes ou proteção dos profissionais de saúde”, lê-se na nota da OMS.

    Neste comunicado, a entidade diz ainda que cerca de 1,9 milhões de pessoas – quase 80% da população de Gaza – estão deslocadas e encontram-se em funcionamento apenas 18 hospitais.

  • Crescente Vermelho palestiniano afirma que ataques de Israel transformam "noites em inferno"

    O Crescente Vermelho palestiniano (PRCS) partilhou, esta noite, um vídeo na rede social X, que mostra as equipas de emergência a reagirem aos ataques de Israel em Gaza.

    “Ao anoitecer, as forças de ocupação intensificam os seus ataques a cidadãos inocentes e às suas casas na Faixa de Gaza, transformando as suas noites num inferno. Entretanto, os paramédicos do PRCS persistem nos seus esforços para evacuar os feridos e mártires”, lê-se na descrição.

  • Estados Unidos responsabilizam Irão por ataques a navios no Mar Vermelho

    Os Estados Unidos da América responsabilizaram o Irão pelos ataques sofridos por navios civis e militares no Mar Vermelho. De acordo com o conselheiro de Segurança Nacional norte-americano, Jake Sullivan, “as armas foram fornecidas” aos Houthis, grupo que reivindicou o ataque, pelo Irão.

    Sullivan concluiu assim que os norte-americanos “acreditam que o Irão é o principal responsável” pelo ataque que aconteceu no domingo e assolou navios comerciais e um navio de guerra dos EUA.

  • Israel desmente OMS: "Não pedimos que evacuassem os armazéns"

    O órgão do ministério da Defesa israelita responsável pelas operações civis nos territórios palestinianos (COGAT) negou as alegações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que tinha afirmado que o exército israelita pedira àquela entidade para retirar todos os equipamentos médicos no sul de Gaza “em 24 horas”.

    “A verdade é que não pedimos para evacuar os armazéns e também o deixámos claro (e por escrito) aos representantes competentes da ONU”, lê-se no X do COGAT.

  • Porta-voz do Departamento de Estado americano admite que Hamas não queria que mulheres reféns revelassem o que lhes aconteceu

    Um porta-voz da diplomacia norte-americana admitiu hoje que os esforços para prolongar a pausa nos combates em Gaza falharam em parte porque o Hamas não queria que as mulheres reféns revelassem o que tinham sofrido.

    “Parece que uma das razões pelas quais não querem libertar as mulheres que mantêm reféns e que a pausa foi quebrada é que não querem que essas mulheres falem sobre o que lhes aconteceu enquanto estavam detidas”, disse Matthew Miller.

    As autoridades israelitas declararam na sexta-feira que retomavam a ofensiva militar porque o Hamas não tinha libertado todas as mulheres reféns.

    O porta-voz do Departamento de Estado recusou-se a ser mais específico, alegando a natureza sensível da questão.

    Mas disse que Washington não tem “nenhuma razão para duvidar” das informações sobre a violência sexual atribuída ao grupo islamita palestiniano.

    “Há muito pouco que eu ache que o Hamas não seja capaz de fazer no que diz respeito ao tratamento de civis e, em particular, ao tratamento de mulheres”, disse Miller, citado pela agência francesa AFP.

    A polícia israelita disse estar a investigar possíveis violências sexuais cometidas em 7 de outubro, incluindo violações em grupo e a mutilação de cadáveres.

    Os investigadores israelitas recolheram até agora “mais de 1.500 testemunhos chocantes e dolorosos”, disse uma agente da polícia ao parlamento israelita na semana passada.

    A agente referia-se a “raparigas despidas acima e abaixo da cintura” e a relatos de violação em grupo, da mutilação e do assassinato de uma jovem.

    O Hamas rejeitou as acusações de violação e violência sexual, descrevendo-as como mentiras.

  • Netanyahu reuniu gabinete de guerra em Telavive

    O primeiro ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reuniu esta noite o gabinete de guerra israelita em Telavive, segundo anunciou o executivo daquele país nas redes sociais.

  • Israel estima que tenham pelo menos morrido 15 mil pessoas na Faixa de Gaza, cinco mil delas militantes do Hamas

    Alguns relatórios das Forças de Defesa de Israel a que a Associated Press e a Agence France-Presse tiveram acesso, citados pelo Times of Israel, mostram que morreram, desde o dia 7 de outubro — data em que começou a guerra na Faixa de Gaza —, mais civis do que militantes do Hamas.

    À Associated Press, uma fonte das Forças de Defesa de Israel indicou que pelo menos 15 mil palestinianos morreram na Faixa de Gaza, cinco mil delas militantes do Hamas.

    A mesma fonte lamentou este rácio, mas explicou que se deve à estratégia do Hamas em utilizar “escudos humanos”.

    Para além disso, esta fonte espera que o rácio seja menor na próxima fase da guerra, ressaltando que, no sul da Faixa de Gaza, as operações serão “muito mais precisas”.

  • Israel eleva avisos de viagem para maioria dos países europeus

    O Conselho de Segurança Nacional de Israel elevou hoje os avisos de viagem para a maioria dos países europeus, especialmente os situados no extremo ocidental do continente, que foram colocados no nível de ameaça dois.

    Com esta medida, as autoridades israelitas apelam aos seus cidadãos para que “tenham um cuidado extra” quando viajarem para países como Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e Itália, entre outros. Na Bósnia-Herzegovina e na Albânia, o nível de alerta é mais elevado.

    Países da América do Sul, como Brasil, Argentina, Chile, Venezuela e Bolívia, e países como a China e a Rússia, bem como a parte sul da Índia, enquadram-se igualmente no nível dois de ameaça, de acordo com a mesma fonte.

    As autoridades israelitas classificaram a maior parte dos países do Norte de África e do Sahel, do Médio Oriente e da região do Golfo Pérsico no nível três de alerta, pedindo aos israelitas para “reconsiderar as viagens não essenciais”.

    Em contrapartida, o Conselho de Segurança de Israel considera que os países da América do Norte e Central, os países continentais do Sudeste Asiático, a Mongólia, a Coreia do Norte, a Coreia do Sul e o Japão, entre outros, são destinos seguros.

    Outros países europeus, como a Noruega, a Finlândia, os países bálticos, a Polónia, a Bielorrússia e grande parte dos Balcãs também estão abrangidos pelo nível um de alerta.

    As autoridades israelitas reconheceram que, desde o início das operações na Faixa de Gaza contra o grupo islamita palestiniano Hamas, houve um aumento dos esforços do Irão e dos seus aliados contra alvos israelitas e judaicos em todo o mundo.

    “Verifica-se um aumento constante e significativo do incitamento, das tentativas de ataque e das manifestações de antissemitismo em muitos países”, declarou ainda o Conselho de Segurança israelita.

  • Análise do New York Times mostra que Israel começou invasão no sul de Gaza

    Uma análise independente através de imagem de satélite do New York Times confirma que as tropas israelitas começaram a invasão ao sul de Gaza.

  • OMS diz que Israel pediu para que fossem retirados todos os equipamentos médicos do sul de Gaza em 24 horas

    O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, escreveu hoje na sua conta do X (antigo Twitter) que a instituição “recebeu uma notificação das Forças de Defesa de Israel” de que deveria retirar todos os equipamentos médicos no sul de Gaza “em 24 horas”.

    Tedros Adhanom Ghebreyesus referiu que Israel vai começar com operações militares no sul da Gaza.

    Face a este cenário, o diretor-geral da OMS apela a Israel para “retirar a ordem” e “tomar todas as medidas possíveis” para “proteger os civis e a infraestrutura civil, incluindo os hospitais e instalações humanitárias”.

  • Israel já entrou com carros de combate em Khan Younis, denuncia Hamas

    O Hamas denunciou hoje que Israel já entrou com carros de combate, incluindo com um tanque, na cidade de Khan Younis, no sul da cidade de Gaza.

    Citado pelo Al Jazeera, o grupo islâmico disse que atingiu os carros de combate com mísseis antitanques.

  • Casa Branca lamenta que tenham morrido "tantos civis inocentes" em Gaza

    O conselheiro de Segurança Nacional norte-americano, Jake Sullivan, lamentou hoje que tenham morrido “tantos civis inocentes” na Faixa de Gaza.

    Numa conferência de imprensa, o conselheiro referiu que os Estados Unidos esperam que Israel não ataque alguns zonas, compromisso que Telavive já prometeu cumprir.

    “Eles [os israelitas] também nos indicara que haveria áreas em que não existiriam ataques. E, nessas zonas, esperamos que Israel siga a recomendação de não atacar”, afirmou Jake Sullivan.

  • EUA defendem que precaução com civis na Faixa de Gaza teve "melhorias"

    Os Estados Unidos defenderam hoje que o Exército israelita melhorou os planos para retirar a população civil no sul da Faixa de Gaza e evitar que o número de mortes civis volte a disparar com os bombardeamentos de Telavive.

    O porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, sublinhou em conferência de imprensa que a administração do Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não quer que o número de vítimas ocorridas durante as operações no enclave palestiniano no norte do território se repita no sul.

    “Nos primeiros dias da nova campanha militar contra o sul vimos algumas diferenças com a operação que foi realizada no norte”, disse Miller.

    De acordo com o porta-voz diplomático dos Estados Unidos, as forças israelitas estão a realizar evacuações muito mais específicas, concentrando-se nos bairros concretos que vão atacar e não nas cidades inteiras.

    “Isto é uma melhoria”, disse Miller, acrescentando que os Estados Unidos irão monitorizar de perto a execução destes planos para verificar se as vítimas civis são reduzidas.

  • Guterres "extremamente alarmado" com reinício de combates entre Israel e Hamas

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou hoje estar “extremamente alarmado” com o reinício das hostilidades entre Israel e o Hamas, apelando às forças israelitas para que evitem ações que agravem a “já catastrófica” situação humanitária em Gaza.

    A posição de Guterres foi partilhada pelo seu porta-voz, Stéphane Dujarric, que lançou um novo apelo a todas as partes para que respeitem as suas obrigações ao abrigo do direito humanitário internacional.

    “O secretário-geral está extremamente alarmado com o reinício das hostilidades entre Israel e o Hamas e outros grupos armados palestinianos em Gaza, em 01 de dezembro, incluindo o lançamento de rockets contra Israel a partir de Gaza e a renovação das operações terrestres e a intensificação dos ataques aéreos por parte das Forças de Defesa de Israel, cada vez mais no sul de Gaza”, referiu o comunicado divulgado por Dujarric.

    Instando Israel a poupar os palestinianos de mais sofrimento, Guterres recordou que os civis, incluindo profissionais de saúde, jornalistas e pessoal da ONU, assim como as infraestruturas civis, devem ser protegidos “em todos os momentos”.

    O ex-primeiro-ministro português voltou a pedir um fluxo de ajuda humanitária “desimpedido e sustentado” para satisfazer as necessidades da população em toda a Faixa de Gaza, frisando que as pessoas que foram novamente forçadas a deslocar-se “não têm lugar seguro para onde ir e muito pouco para sobreviver”.

  • Casa Branca aponta o dedo ao Hamas para fim de cessar-fogo e diz que grupo recusou-se a "libertar civis mulheres"

    O conselheiro de Segurança Nacional norte-americano, Jake Sullivan, não poupou hoje críticas ao Hamas, acusando o grupo islâmico de ser o responsável pelo fim do cessar-fogo temporário.

    Numa conferência de imprensa, o conselheiro recordou que teve “várias conversas telefónicas intensas com parceiros em Israel, no Egito, em Qatar e noutras nações” durante a semana para prolongar o cessar-fogo, mas o Hamas não facilitou as negociações.

    “O Hamas está a recusar libertar civis mulheres que deveriam ter sido parte do acordo”, culpou Jake Sullivan, que explicou que essa recusa “causou o fim do acordo de reféns e por isso o fim da pausa das hostilidades”.

    Jake Sullivan referiu que os Estados Unidos lamentam o que as famílias dos reféns estão a a passar. “É doloroso. É inimaginável. Destroça o coração.”

    Adicionalmente, o responsável da Casa Branca assegurou que vai continuar a fazer “tudo ao seu alcance” — incluindo com a participação do Presidente norte-americano Joe Biden — para “tentar trazer todos” os norte-americanos de volta a casa.

  • Hamas rejeita “as mentiras” sobre alegadas violações no seu ataque de 7 de outubro

    O Hamas “rejeitou” hoje as acusações sobre “violações” e violências sexuais cometidas por membros do movimento islamita palestiniano durante o ataque de 07 de outubro em território israelita, considerando-as uma “mentira”.

    Em 07 de outubro, segundo as autoridades israelitas, comandos do Hamas mataram no seu ataque cerca de 1.200 pessoas, na maioria civis. Mais de 240 foram sequestradas e enviadas para a Faixa de Gaza, com 137 ainda mantidas como reféns, de acordo com o Exército israelita.

    Em represália, as forças militares do Estado judaico desencadearam bombardeamentos massivos sobre a Faixa de Gaza — interrompidos durante uma semana de trégua — e que segundo o Ministério da Saúde do Hamas em Gaza já provocaram 15.899 mortos, 70% mulheres e palestinianos com menos de 18 anos.

    No seu comunicado, o Hamas denuncia as “campanhas sionistas que promovem mentiras e alegações sem fundamento para diabolizar a resistência palestiniana”.

    O movimento político que domina a Faixa de Gaza assinala ainda que estas “mentiras” incluem-se “numa série de falsas alegações, incluindo “a mentira pela qual o hospital Al-Shifa era utilizado para fins militares”, como sugeriu o Exército israelita mas desmentido pelo Hamas.

    A polícia israelita diz estar a investigar possíveis violências sexuais cometidas em 07 de outubro, incluindo violações e mutilação de cadáveres.

    Os investigadores recolheram “mais de 1.500 testemunhos chocantes e dolorosos”, declarou na semana passada uma polícia no parlamento israelita, ao referir-se a “raparigas despidas” e revelando um testemunho sobre uma violação coletiva, mutilação e morte de uma jovem mulher.

    Citou ainda outra testemunha que se referiu a feridas por balas “nos órgãos genitais, abdómen, pernas (…), seios cortados ou ferimentos por bala”, enquanto socorristas indicaram que uma mulher “sangrava das zonas genitais”.

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