Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar as últimas notícias sobre a guerra na Ucrânia nesta nova página, que agora abrimos.

    Câmara baixa dos EUA recusa proposta atual de ajuda a Kiev

  • Especialistas dizem que Rússia utilizou míssil hipersónico pela primeira vez

    As tropas russas terão usado o 3M22 Zircon, um míssil de cruzeiro hipersónico anti-navio, pela primeira vez desde o início da invasão da Ucrânia, afirmou Oleksandr Ruvin, diretor do Instituto de Pesquisa Científica de Perícia Forense de Kiev.

    Isto é evidenciado pelas marcações em peças e fragmentos, pela identificação de componentes e peças e pelas características do tipo de arma relevante”, afirmou Ruvin, acrescentando que alguns fragamentos tinha a inscrição “3L22” e os parafusos do mecanismo de direção tinham o número 26, duas características do Zircon.

  • Rússia e Bielorrússia continuam banidas dos Mundiais de hóquei no gelo por mais um ano

    A Federação Internacional de hóquei no gelo (IIFH) anunciou esta segunda-feira que as seleções e os clubes russos e bielorrussos não vão competir nas suas competições em 2024/25.

    Segundo a IIHF, “ainda não é seguro reincorporar as equipas nas competições da IIHF”. Esta decisão faz com que a Bielorrússia não possa participar na ronda final da qualificação para os Jogos Olímpicos.

  • França, Polónia e Alemanha querem reforçar a segurança da Europa

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Alemanha e Polónia reuniram-se esta segunda-feira em Paris para discutirem a defesa e segurança da Europa.

    Nesta reunião, foi ainda abordada a renovação do Triângulo de Weimar – agrupamento regional que promovia a cooperação entre os três países -, escreve a Sky News.

  • Onze jornalistas mortos em ataques russos a jornalistas na Ucrânia

    Pelo menos, 100 jornalistas foram atacados por militares russos na Ucrânia desde o início da invasão deste país, da qual passam dois anos no próximo dia 24, conflito que já custou a vida a 11 profissionais da informação. A informação foi avançada hoje pela organização não-governamental (ONG) Repórteres sem Fronteiras (RSF).

    A ONG denunciou que “jornalistas e meios de comunicação estão na mira das forças armadas russas” e aplaudiu “a coragem” dos “milhares” que continuam a cobrir o conflito, “apesar de um contexto de segurança que só piora”.

    A RSF tem documentados mais de 50 ataques contra mais de 100 jornalistas, que resultaram em mortes, ferimentos, sequestros, tortura ou traumas causados pelos bombardeamentos.

  • Zelensky estará a planear viagem pela Europa Ocidental para angariar fundos para a Ucrânia

    De acordo com a Bloomberg, Volodymyr Zelensky está a planear uma viagem às capitais dos países da Europa Ocidental, de modo a conseguir ajuda para a Ucrânia.

    A viagem deverá, ao que tudo indica, coincidir com a Conferência de Segurança de Munique, que vai começar na sexta-feira, e onde o Presidente ucraniano é esperado.

    A publicação adiantou ainda que Paris e Berlim estarão na lista de cidades a visitar por Zelensky.

  • Descoberta rede para difundir propaganda russa online na Europa e nos EUA

    França revelou hoje um novo caso de ingerência digital da Rússia: uma rede “estruturada e coordenada” de sites da Internet para difundir propaganda na Europa e nos Estados Unidos, quando se completam quase dois anos de guerra na Ucrânia.

    Batizado como Portal Kombat, esta rede de 193 sites foi descoberta ao fim de quatro meses de trabalho do Viginum, o organismo francês de combate a ingerências digitais estrangeiras, que divulgou um relatório sobre os achados.

    Entre setembro e dezembro de 2023, o Viginum analisou a atividade dessa rede de “portais de informação” digital “com características semelhantes, que divulga conteúdos pró-russos destinados a um público internacional”.

  • MNE francês defende Europa com “segundo seguro de vida” além da NATO

    O chefe da diplomacia francês defendeu hoje uma Europa da Defesa, um “segundo seguro de vida” além da NATO, em resposta às polémicas afirmações do ex-presidente norte-americano Donald Trump sobre Estados-membros que não pagam a sua parte.

    “Precisamos de um segundo seguro de vida, não como substituto da NATO, não contra a NATO, mas em complemento da NATO”, afirmou Stéphane Séjourné numa conferência de imprensa conjunta com os homólogos alemão e polaco.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês insistiu na necessidade de agir em relação ao pilar europeu da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental) e de construir uma indústria da Defesa.

    “Para comprarmos europeu no âmbito das nossas indústrias da Defesa e para nos prepararmos em caso de conflito”, sublinhou.

    “É o sentido da história”, observou, acrescentando que não se trata de ingerência nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas que é necessário a Europa preparar-se para a possibilidade de o ex-presidente e atual pré-candidato presidencial republicano Donald Trump regressar à Casa Branca, exortando a que “se passe de uma guerra de posições a uma guerra de soluções”.

    Questionado sobre as críticas de Donald Trump, segundo quem nem todos os países contribuem com a sua quota-parte para a NATO, Stéphane Séjourné recordou que França duplicou o seu orçamento para a Defesa.

    “O movimento já se iniciou e o meu país não faltará ao compromisso”, declarou.

    “A Aliança Atlântica não é um contrato com uma empresa de segurança”, afirmou, por sua vez, o chefe da diplomacia polaca, Radoslaw Sikorski.

  • França acusa Rússia de manipular informações em campanha contra o Ocidente

    De acordo com funcionários do ministério dos Negócios Estrangeiros de França, a Rússia intensificou esforços para manipular informações e espalhar notícias falsas, tendo como visados os aliados do Ocidente.

    Segundo a Sky News, as autoridades referiram-se às mensagens partilhadas nas redes sociais, e em sites como o Sputnik.

  • Conselho da UE decide reservar lucros dos bens russos para pagar reconstrução da Ucrânia

    O Conselho da União Europeia (UE) adotou hoje uma decisão para poder vir a usar os lucros dos ativos e reservas do banco central russo, congelados pelos Estados-membros, para pagar uma futura reconstrução da Ucrânia após a guerra.

    Após um acordo político alcançado há cerca de duas semanas, “o Conselho adotou hoje uma decisão e um regulamento que clarificam as obrigações dos depositários centrais de valores mobiliários que detêm ativos e reservas do banco central da Rússia imobilizados em consequência das medidas restritivas da UE”, indica em comunicado a estrutura que junta os países europeus.

    O objetivo é, com esta medida, assegurar uma “eventual criação de uma contribuição financeira para o orçamento da UE proveniente desses lucros líquidos para apoiar a Ucrânia e a sua recuperação e reconstrução numa fase posterior”, segundo o organismo.

    A iniciativa surge depois de a UE ter decidido, como uma das sanções impostas à Rússia pela invasão da Ucrânia, proibir quaisquer transações relacionadas com a gestão das reservas e dos ativos do banco central russo, com os restantes ativos relevantes detidos por instituições financeiras nos Estados-membros a ficarem congelados.

    A decisão de hoje, em consonância com a posição do G7, “clarifica a proibição dessas transações, bem como o estatuto jurídico das receitas geradas […] com ativos imobilizados russos e estabelece regras claras para as entidades que os detêm”, explica o Conselho da UE.

    Os embaixadores dos Estados-membros junto da UE chegaram, no final de janeiro, a um acordo de princípio para usar lucros dos bens russos congelados, que devem permitir arrecadar 15 mil milhões de euros, para apoiar a reconstrução da Ucrânia.

  • Antigo Presidente da Mongólia responde a Putin: "Somos uma nação pacífica e livre"

    Tsakhiagiin Elbegdorj, antigo Presidente da Mongólia, recorreu hoje ao X (antigo Twitter) para responder a Vladimir Putin, Presidente da Rússia, que, na entrevista a Tucker Carlson, recorreu a uma contextualização histórica para justificar a invasão da Ucrânia.

    Depois da palestra de Putin. Encontrei um mapa histórico da Mongólia. Não se preocupem. Somos uma nação pacífica e livre”, escreveu Elbegdorj, em tom de ironia.

    A acompanhar o texto surgem quatro imagens que contemplam um mapa histórico da Mongólia em comparação com o Império Romano e com a Rússia, datado de 1471.

  • Rússia nega ter utilizado o sistema Starlink de Elon Musk

    A Ucrânia acusou recentemente as tropas russas de utilizarem o Starlink, sistema de Internet por satélite de Elon Musk, informação que foi esta segunda-feira refutada pelo Kremlin.

    “Este não é um sistema certificado para nós. Consequentemente, não pode ser fornecido [na Rússia] e não é fornecido oficialmente. Não pode ser usado oficialmente de forma alguma”, afirmou Dmitry Peskov, citado pela Sky News.

    O porta-voz do Kremlin acrescentou ainda que “é por isso” que a Rússia “não se deve intrometer na discussão entre o regime de Kiev e o empresário Musk”.

  • Novo Presidente da Finlândia deverá manter pulso firme com a Rússia

    Alexander Stubb venceu as eleições na Finlândia depois de uma segunda volta intensa e vai tornar-se no próximo Presidente do país. No horizonte do antigo primeiro-ministro está a adesão finlandesa à NATO.

    Segundo o jornal finlandês Ilta-Sanomat, aqui citado pela Sky News, “o senhor Stubb vai tornar-se Presidente em tempos difíceis, possivelmente até mesmo Presidente em tempos de guerra”.

    Já Stubb pronunciou-se em conferência de imprensa em Helsínquia, dizendo que a Finlândia tem “uma das forças militares mais fortes da Europa”. “As pessoas confiam em nós e sabem que levamos a sério a nossa defesa por razões bastante óbvias”, concluiu.

  • Kuleba quer desviar ativos russos congelados para a Ucrânia: "O agressor deve pagar"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucranianos mostrou-se agradado com a decisão do Conselho Europeu de considerar enviar as receitas dos ativos russos congelados para a Ucrânia.

    No X (antigo Twitter), encorajou a tomada de “novas medidas para permitir a sua utilização prática em benefício da Ucrânia”, ressalvando que “estas medidas devem ser ambiciosas e rápidas”.

    A Ucrânia está pronta para continuar a trabalhar com parceiros para alcançar o nosso objetivo final: disponibilizar ativos russos à Ucrânia. O agressor deve pagar”, concluiu.

  • FMI prevê crescimento para a economia russa, mas compara-a à da União Soviética: "Alto nível de produção, baixo nível de consumo"

    Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou esta segunda-feira que a economia da Rússia está a começar a parecer-se “muito” com a da União Soviética, prevendo que o país tenha “tempos difíceis” pela frente.

    O FMI prevê que a economia russa tenha um crescimento de 2,6% do PIB em 2024, mas Georgieva realçou que este é um sinal de que a Rússia está a investir na economia de guerra, ao invés de melhorar os padrões de vida. A diretora-geral disse ainda que, atualmente, o consumo diminui na Rússia à medida que a produção militar aumenta.

    “A União Soviética era assim: alto nível de produção, baixo nível de consumo. Na verdade, acho que a economia russa enfrentará tempos muito difíceis devido à saída de pessoas e ao acesso reduzido à tecnologia que acompanha as sanções”, acrescentou a diretora-geral do FMI, citada pela Sky News.

  • Metsola alerta para perigo de declarações de Trump sobre NATO

    A presidente do Parlamento Europeu advertiu hoje para “o perigo” de declarações como as do ex-Presidente norte-americano Donald Trump, que disse que encorajaria a Rússia a atacar os países da NATO se não pagassem a sua parte.

    A realizar uma visita à Estónia (país membro da NATO e da União Europeia), Roberta Metsola referiu que pretendia enviar “a mais clara das mensagens, independentemente de quem estiver no poder”, afirmando: “Somos suficientemente fortes para nos defendermos uns aos outros e que temos de reconhecer o perigo de qualquer declaração deste tipo”.

  • Moldávia desativa explosivos em destroços de drone caído junto à Ucrânia

    As peças do drone Shahed foram encontradas no domingo num local de queda perto da cidade de Etulia, no sul da Moldávia, perto da fronteira com a Ucrânia.

    A polícia da Moldávia destruiu explosivos encontrados numa parte de um drone russo Shahed que se despenhou no seu território devido à guerra na Ucrânia.

    Segundo a força policial, esta segunda-feira, citada pela Associated Press, 50 quilos de explosivos foram descobertos durante uma investigação às peças do drone Shahed encontradas no domingo num local de queda perto da cidade de Etulia, no sul da Moldávia, perto da fronteira com a Ucrânia.

  • Suécia diz que políticas de Trump seriam “problemáticas” para aliança

    O embaixador da Suécia para a NATO reconhece como “problemático” que venha a traduzir-se em “políticas reais” a “retórica” do ex-Presidente norte-americano Donald Trump sobre encorajar a Rússia a atacar países da aliança incumpridores financeiramente.

    Os EUA têm o direito de exigir à Europa que pague a sua parte do fardo [de financiamento da NATO], mas não se questiona o fundamental que está nos tratados, especificamente no Artigo 5.º”, sustentou à Lusa o embaixador sueco Axel Wernhoff.

    O Artigo 5.º da NATO considera que um ataque a um Estado-membro da aliança político-militar é um ataque a todos os que a compõem e só foi invocado uma vez, depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 aos Estados Unidos.

  • Lloyd Austin cancela visita a Bruxelas depois de ter sido hospitalizado

    Depois de ter sido internado numa unidade de cuidados intensivos, o secretário de Defesa dos Estados Unidos cancelou a visita a Bruxelas, onde ia participar em várias reuniões com ministros da Defesa dos países da NATO. A informação foi confirmada por um responsável norte-americana e partilhada pela Sky News.

    Secretário da Defesa norte-americano novamente hospitalizado já delegou funções

  • Rússia impôs sanções a 18 britânicos

    A Rússia anunciou esta segunda-feira a imposição de sanções a 18 funcionários e académicos do Reino Unido, em “resposta à atual rota de confronto de Londres”.

    Moscovo justificou esta decisão dizendo que os britânicos estão a tentar “demonizar” a Rússia, criando “narrativas anti-russas” que são “ativamente fabricadas para reduzir a influência de Moscovo no panorama internacional”.

    Os 18 cidadãos estão proibidos de entrar na Rússia.

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