1 Vinte anos depois do 11 de Setembro de 2001, a imprensa nacional e internacional acaba de prestar justa homenagem às vítimas civis inocentes, cerca de 3 mil, dos atentados terroristas vilmente perpetrados por fundamentalistas islâmicos contra o que designaram como “símbolos da corrupção inerente à democracia e ao capitalismo norte-americano”.

A homenagem foi naturalmente acompanhada por inúmeros artigos de opinião de vários analistas sobre o que se passou desde então. Como é timbre das democracias liberais, que os fundamentalistas islâmicos vilmente atacaram no 11 de Setembro, as opiniões foram diferentes e plurais. Gostaria de acrescentar a esse debate a minha humilde, mas firme, opinião.

2 Muitos analistas têm discorrido sobre os erros cometidos pela resposta americana aos atentados de 11 de Setembro. Uns falam do Iraque, outros da Síria, e muitos em comum referem a chamada “ambição imperialista” americana de exportar a democracia para culturas em que a democracia é vista como um produto estrangeiro.

Tudo isso é muito interessante e seguramente tema para uma prolongada conversação. Mas talvez valha a pena recordar alguns detalhes empiricamente testáveis:

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