Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Participar numa eleição é um acto que, pela sua própria natureza, é intrinsecamente moral e, portanto, tem pertinência pastoral. Quem vota, responsabiliza-se, de algum modo, pelo candidato, ou pelo partido, que sufraga. Quem não vota, é igualmente responsável por essa sua atitude e pelas suas consequências.

Se qualquer votação tem transcendência moral, a próxima eleição presidencial tem uma especial relevância ética. Com efeito, depois de o parlamento se ter recusado a ouvir, em referendo, os portugueses, elaborou uma proposta de lei da eutanásia, que o próximo chefe de Estado deverá, ou não, promulgar. Por isso, é necessário que os eleitores conheçam a posição relativa à eutanásia de todos os candidatos presidenciais.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.