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Está no ar o "Youven Sourek". Já sabe, também pode acompanhar no YouTube, Facebook e site do Observador. Esta segunda-feira juntam-se à equipa das manhãs, Trocent e setenta e ao José Manuel Fernandes, o Pedro Jorge Castro, que já aqui está conosco. Bom dia, Pedro.
Bom dia.
À distância temos o Ricardo Conceição. Carla, começamos a semana a dar notas aos meios de transporte, à tolerância para com a corrupção, ao preço dos manuais escolares, mas temos de começar com urgência. Com urgência, porque foi mais um fim de semana de pressão com o desvio de utentes de alguns hospitais. Pedro, encontras algum vencedor?
Encontro, já lá vamos, mas antes deixa-me dizer que estou muito preocupado com os nossos noticiários.
Então?
Tenho medo que tenhamos falhado aqui duas notícias importantes.
Vou ter uma reprimenda em direto.
Isso. Primeira: a crise acabou. Ficou tudo bem agora. Já ninguém está a passar dificuldades com a subida dos preços e dos créditos à habitação. E só isso é que pode explicar que o governo tenha voltado a aumentar hoje o imposto sobre produtos petrolíferos. Segunda notícia que não estamos a dar: o PS acaba de vencer as eleições legislativas. António Costa acaba de tomar posse como primeiro-ministro. Aliás, o noticiário há duas semanas onde se assinalavam os sete anos do governo, só pode ter sido, afinal, uma fake news. Só isto pode explicar a entrevista surreal dada ao JN e TSF pelo ministro da Saúde, Manuel Pizarro. Ele falou tudo e mais alguma coisa, como se o PS tivesse acabado de chegar ao governo. Só faltou cantar aquela música do primeiro dia do Sérgio Godinho. "Diz-te o passado que está moribundo, bebe sua lente num copo sem fundo." Eu sei que o ministro está há três meses no cargo, mas não pode vir falar sobre o caos na saúde como se o seu partido não estivesse há sete anos no governo. Mais ainda, ele podia ter tido uma certa humildade por causa disto, mas não resistiu a duas trolitrices políticas contra o PSD. Primeiro dizendo que o governo regional dos Açores também não conseguiu resolver o problema das urgências, depois acusando mesmo o governo de Passos Coelho pelo que não fez na área da saúde entre 2011 e 2015. Eu acho que é preciso alguma lata política pra isto, pra ir tão atrás neste contexto. Outra resposta intrigante da entrevista foi a razão dada pelo ministro para justificar uma maior eficiência na gestão das urgências no Norte, em cooperação com Lisboa e Vale do Tejo. Manuel Pizarro diz que isso pode ter a ver com o fato de as pessoas serem mais próximas umas das outras, lá em cima no Norte, o que as terá levado a experiências de cooperação que deram melhores resultados. Portanto, está encontrada aqui uma espécie de solução, que é pôr à frente dos hospitais de Lisboa pessoas do Norte, próximas umas das outras e, já agora, próximas do ministro e do novo CEO da Saúde, Fernando Araújo. Era só o que faltava a saúde, uma guerra Norte-Sul, no meio deste caos. E atenção que também há hospitais do Norte com 10 horas de espera pra atender doentes urgentes. Enfim, neste fim de semana isso aconteceu. O ministro acabou esta entrevista à TSF e JN a dizer que foi um prazer. Eu espero que as pessoas que aguardavam por médicos deitadas em macas nos corredores e os respectivos acompanhantes que esperavam cá fora, não tenham ouvido a entrevista do ministro. Se ouviram, terão ficado seguramente muito irritadas com o Manuel Pizarro. Portanto, por tudo isso, dou um sete pro ministro, que está há pouco tempo no cargo, mas não pode ignorar o que os governos do seu partido não fizeram nos últimos sete anos.
O Ricardo também quer olhar pra questão das urgências, também para dar nota ao ministro. Ricardo?
Sim, e na linha do que o Pedro acabou de dizer, porque esta entrevista a Manuel Pizarro no Jornal das Notícias e na TSF não augura nada de bom. O ministro já foi secretário de Estado, reconhece até que não estava à espera de encontrar um cenário mais difícil como encontrou e diz que isso é um dos fatores de espanto. O Pedro já o disse, que o PS governa há sete anos. Há sete anos! E ainda assim, vem com a questão da Troika, diz que a culpa é da Troika, diz que a culpa é do PSD no que está a passar em Ponta Delgada. Diz que há esses problemas, realmente há esses problemas graves nas urgências, mas que há 70 ou 80 serviços de urgência que funcionam. Se calhar não são serviços de urgência que respondem a áreas urbanas como Lisboa e Porto. Diz também que os profissionais de saúde estão altamente motivados. Deve ser por isso que as vagas para médicos ficaram por preencher. Diz essas coisas todas, mas não dá uma resposta ao cidadão. Se uma pessoa que está aqui em Lisboa e o diabo seja cego, surdo e mudo, torcer um pé agora a sair de casa, vai pra onde? Vai esperar 13 horas pra Santa Maria? Já agora, fui espreitar São José. São José tá melhor. Nós, Portugal, a CDR revelou isso esta semana, estamos no topo dos países europeus que pagam mais impostos. Nós temos uma carga fiscal para cidadãos e empresas de nível nórdico, mas os serviços de saúde são terceirmundistas e é isso que nós estamos a enfrentar nesta altura. E mais uma vez, há sete anos ou há mais de sete anos, mas pelo menos durante este período de vigência deste governo, vamos de crise em crise, o governo vai gerindo de crise em crise, de ano em ano, vamos tendo isto e nada se resolve. Neste país, estamos todos a ficar mais velhos, vamos todos precisar de mais cuidados de saúde. Não há por parte do PS nem do PSD um lampejo do que querem pro Serviço Nacional de Saúde. O Serviço Nacional de Saúde é uma joia demasiado importante do nosso país e não pode ser tratada desta forma. Nestas lutas político-partidárias, esta gente tem que parar pra pensar o que quer fazer do Serviço Nacional de Saúde. Isto é demasiado importante para os portugueses, é uma conquista do país que não pode ser tratada desta forma. E depois temos estas entrevistas e esta conversa de acha do ministro, que parece que chegou agora. Ele não chegou agora, o PS chegou há sete anos. Ele é ministro há três meses, mas o PS chegou há sete anos. Há sete anos que não resolvem absolutamente nada. Atiram dinheiro pra cima dos problemas, tentam contratar médicos, tentam criar concursos e as pessoas não vão, porque sabem que vão encontrar uma situação complicadíssima nos hospitais, maus serviços, más instalações. E não saímos disto
Isto é inacreditável. Por isso, aqui vai um quatro para o ministro e um quatro para esta situação terceiro-mundista de estarmos perante a gravidade disto. Não quero mal de saúde a ninguém, mas se alguém tem um problema de saúde, pensa três e quatro vezes: "Mas eu agora vou para o hospital". Se tiver um seguro de saúde, vai esperar duas ou três horas para um dos hospitais privados, porque a situação dos hospitais privados também não é chegar e andar, porque as pessoas estão se a virar para os seguros de saúde. Quem tem seguro de saúde vai para um hospital privado, porque não vai esperar 13 horas para as urgências de Santa Maria. Quem não tem é que não tem outro remédio. E isto é inacreditável, a forma como se fala disto. Eu tenho quase 50 anos e não me deixo de espantar com isto.
Fica então esse chumbo direto de quem tem quase 50 anos. Paulo, será que de fato o privado vai ter de ter outro tipo de participação na sociedade?
Aparentemente, sim. Vamos ver é que participação é essa. Aliás, o que estamos aqui a falar da saúde também resulta em parte de estarmos a colher os frutos daquilo que são as cruzadas ideológicas dos últimos anos. E na sexta-feira tivemos mais uma, ou tivemos mais um ponto noutra cruzada ideológica disto de privado contra público e de querer esmagar o privado a todo o custo. E aqui falamos da educação. O PSD, o Chega e a Iniciativa Liberal apresentaram no Parlamento uma proposta para alargar a distribuição de manuais escolares gratuitos aos alunos dos ensinos privado e cooperativo, e a esquerda, com o PS a liderar, e o voto do PS é o mais importante aqui, claro, chumbaram este alargamento. Obviamente que nada disto faz sentido. Das duas, uma: ou há uma lógica de rendimentos das famílias para atribuir manuais escolares, a querer discriminar, a discriminação deve ser essa. Quem precisa, tem manuais escolares gratuitos e eu acho que o Estado deve dar esses meios aos alunos que de fato precisam, mas independentemente de estarem no ensino privado, no ensino público ou no ensino cooperativo. Porque há ricos, famílias ricas, se quisermos pôr assim, no ensino público, e há famílias pobres e remediadas com os filhos no ensino privado e cooperativo. E isto não é uma mistificação, nem são casos isolados. Isto também é não conhecer o país. Eu sou de uma região, por exemplo, em que há colégios da igreja onde estão filhos, por exemplo, de famílias imigrantes que estão em França, na Alemanha. Os pais querem ter os filhos a estudar em Portugal, em língua portuguesa e então, estando distantes, colocam-nos em colégios, obviamente, onde eles vivem de alguma maneira, ficam em regime de internato e têm ali as suas aulas. E não são famílias ricas, são imigrantes que saíram do país para ganhar a vida lá fora. Não foram para CEO de empresas. E isto acontece até dentro do país. Isto é, há famílias que vivendo a 20, 30 ou 40 quilômetros, muitas vezes de escolas e não tendo rede de transportes para ter os miúdos nas aulas às 08h15, 08h30 da manhã, optam também por deixá-los durante a semana em escolas privadas como alternativa. Traçar aqui a linha entre público, por um lado, privado e cooperativo, por outro, é não conhecer o país e é uma discriminação que não faz sentido, e isso aconteceu. Aliás, estas cruzadas ideológicas que têm levado o Estado a ostracizar e atacar os privados estão completamente erradas. Deviam era pô-los a cooperar e a suprir as falhas das próprias redes do Estado, seja na educação, seja na saúde, numa lógica de complementaridade, tendo em vista o quê? Sempre a melhoria dos cuidados prestados ou de serviços prestados a privados, como é evidente. Colocar o utente, se quisermos, no centro da questão. Mas não. Na saúde, e fazendo aqui a ligação com esta entrevista do Manuel Pizarro, o próprio governo e o ministro já perceberam o disparate da cruzada da sua antecessora, Marta Temido, contra os privados. Acabaram com os PPPs e agora vamos ter, não vai demorar muito, e o novo ministro abre a porta a isso, ele a dizer que mesmo as unidades de saúde familiar, os centros de saúde, está a ser estudado um modelo de gestão privada. Ou seja, acabaram-se com três hospitais PPP. E vamos avançar agora, eventualmente, para dezenas, não sei se centenas de unidades em gestão privada. E o próprio ministro já tinha dito em setembro sobre os hospitais, e agora cito: "A gestão privada dos hospitais já provou que funciona, deve continuar e até pode ser alargada". Eu estou, como se já disse aqui, parece que o governo começou agora, que ganharam as eleições agora e que este é o primeiro ministro da Saúde de um governo liderado por António Costa. O curioso é isto, quer dizer, curioso e não tem piada nenhuma. O mesmo primeiro-ministro liderou um governo que há três, quatro anos incendiou a relação entre privados e públicos na saúde, vai agora recuperar estes modelos. Isto tudo é surreal. Quem perde são as pessoas, que depois estão dezenas de horas à espera de chegar às urgências.
A nota, então, Paulo. E para a Cátia.
Pois, é muito difícil dar a nota aqui. É um bocadinho para estas cruzadas ideológicas. De facto, quanto aos privados, vai um quatro, perdem todos no meio disto tudo, a começar pelos utentes.
As cruzadas ideológicas com um chumbo direto também do Paulo Ferreira.
O José Manuel ficou sem notas para dar.
Pois, José Manuel, agora o que tu vais fazer?
Queria só acrescentar uma pequena nota à nota do Paulo sobre a questão dos privados. Primeiro, eu estou um pouquinho mais cético, mas falarei disso melhor no Contracorrente, sobre a possibilidade de termos modelos C, porque o PS também chumbou uma alteração ao orçamento que previa o financiamento de projetos piloto, uma proposta feita pela Iniciativa Liberal e pelo PSD. Portanto, a bancada continua firmemente ancorada na sua cruzada contra os privados, como aliás O Paulo notou a propósito disto, dos livros. E sobre os livros, gostava de recordar quando é que isto tudo começou com a Alexandra Leitão. A Alexandra Leitão agora está muito na moda porque fez aquilo que Ana Gomes também já tinha feito, que é dizer que Miguel Alves não devia estar no governo, que é uma questão ética mínima. Ora, a Alexandra Leitão foi quem começou com esta cruzada quando era Secretária de Estado da Educação, contra os contratos de associação que na altura havia. Houve muitos alunos que ficaram pior servidos e provavelmente o Estado está a pagar mais, nunca ninguém apresentou as contas por essa situação. E nós soubemos por uma entrevista que ela deu este fim de semana, que ela não tem problema em apresentar-se como fazendo parte da ala mais à esquerda do PS, ser uma pedronista. E é bom termos consciência disto. É isto que a ala à esquerda do PS pensa, é isto que os pedronistas pensam. Portanto, para eles o privado é realmente opóbrio. Isto pode mudar quando de repente vão gerir a TAP e têm que mudar de opinião porque chocam com a realidade. Mas enquanto não chocarem com a realidade e não derem com os burrinhos na água, como se costuma dizer, eles terão sempre este discurso. Dito isto, a minha nota, para ser positiva, vai para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, porque produziu mais um relatório muito interessante sobre a perceção da corrupção em Portugal. Isto com uma conclusão, que não é de todo surpreendente, mas é bom estarmos conscientes dela: é que a perceção de corrupção por parte dos cidadãos comuns é mais aguda do que por parte de quem nos dirige. E isso é especialmente evidente no que respeita à ética. Aparentemente, os cidadãos comuns não acham que a lei seja a ética, acham que a ética vai para além das regras que estão escritas em lei. Mas a maior parte dos políticos, e aqui não há discriminação de partidos, portanto não sei quem é que era de um partido ou quem é que era de outro neste estudo, continuam a achar que se não estiver na lei, eles podem nomear, por exemplo, um genro para assessor de imprensa, que isso não tem problema nenhum. O nepotismo não tem problema nenhum. Portanto, eu acho muito interessante este estudo. Ele é feito por pessoas que habitualmente trabalham estas áreas, a Susana Coroado, o Luís Sousa. É muito bom isto ter saído, porque nós temos, de facto, este problema em Portugal.
E portanto, José Manuel, vais ensinar aqui ao resto do painel o que é esta rubrica do Observador.
Dar a nota positiva.
Vais dar a nota. Um 16?
Um 16 à Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Muito bem.
Não foi para isso que se fez a BSC.
Júlio.
Eu um 20 para a Maria João que ainda há bocado falhou completamente.
Isso, notado. Obrigada, José Manuel. Obrigada. Um beijinho, José Manuel, obrigada.
Temos de ficar todos.
Júlio Macanhães, queres falar de combustíveis e de ferrovia?
Sim, também para ir na sequência do retrato do país que está a ser traçado um pouco aqui na educação, no ensino, enfim, em todo lado. Já tenho dito aqui que um país sem uma ferrovia moderna não é um país moderno também. Isto está tudo ligado, de qualquer maneira. Fico aqui a saber, estava a falar dos censos, vi ontem aqui no jornal que Tabuaço, por exemplo, e as terras de menor densidade, só Tabuaço nos últimos 10 anos perdeu 1306 moradores. Isto também em outras do Alentejo, enfim, de maior densidade, estão a perder. Porquê? Uma das razões é a falta, claro, das facilidades e conectividade. E as pessoas saem porque também não há, nestas terras, oportunidade nenhuma. E como não há conectividade, já se sabe que a ferrovia e os comboios eram aqueles que maior conectavam o país, iam a todo o lado e deixaram de existir. Ontem ouvi um dirigente de Bragança a dizer que no distrito de Bragança não há problemas de ferrovia porque não há um único quilómetro de ferrovia. E hoje, para dar também um retrato daquilo que ao longo de tantos anos de democracia e tantos milhões de fundos não se fez, o JN traz hoje esta reportagem também e esta ideia de que foram eliminadas nos últimos 10 anos, apenas nos últimos 10 anos, 10 passagens de níveis. Fico a saber hoje que temos ainda ao longo da ferrovia nacional 824 passagens de nível, que é onde acontece a maioria dos incidentes, dos acidentes de comboios. Diz aqui mesmo que dois terços dos maquinistas têm trauma intenso com estes acidentes que há. Como é que um país, depois de tantos anos, ainda tem tantas passagens de nível? E depois, o que é que está ligado ao combustível? Têm que andar de carro e para andar de carro, o governo como hoje mexe no ISP e se hoje os combustíveis iam ficar mais baratos, depois não ficaram. O gasóleo ficou na mesma, a gasolina um cêntimo mais caro, porque o governo com a queda do combustível decidiu que não pode ser, tem que se pagar o combustível. E por isso não podemos andar de carro, mas depois não temos alternativas. É o retrato do país que temos. É um seis, claro.
Um seis, então, para o retrato do país.
Para a falta de reformas deste governo e de outros que, ao longo destes anos, um país com 824 passagens de nível ainda, não é certamente um país moderno.
Bom, mais uma nota negativa. Pedro José Carlos, queres dar a volta a esta média, por favor?
Quero. Vou muito rapidamente dar aqui uma lista gigantesca de vencedores. Tu, o Paulo, o Júlio, o José Manuel, eu, o Ricardo, toda a equipa do Observador, que está aqui fora, todos os ouvintes também. São todos vencedores.
Pois são. Já sei porquê.
Por poderem contar diariamente com a Maria João Simões. Todos ouvem diariamente a voz dela a conduzir aqui as manhãs, ouvem o sorriso dela, se calhar é a mesma expressão, ouvir o sorriso.
Sem dúvida.
Mas podem não saber na total extensão a sorte que tivemos há quatro anos, eu e o Ricardo Conceição, quando bebemos o café com ela nas Amoreiras e a desafiámos a voltar à rádio. A sorte que tivemos por ela ter dito que sim. E o privilégio que tem sido trabalhar com ela nestes quatro anos, ver a forma como ela se prepara para chegar aqui todas as manhãs, como se habituou, sei lá, a seguir o desporto para moderar o "Campeão É", como segue tudo agora o que se passa na Ucrânia para moderar o "Gabinete de Guerra", mas também a forma como não desiste de tentar aperfeiçoar o programa todas as manhãs, ou a forma como fica triste quando alguma coisa não corre tão bem. Com tanto brio, com tanta honra, sentimos todos por te ter na equipa. Eu acho que nem ele levará a mal que rebentemos a escala e demos aqui um 21 à Maria João.
Obrigada. Obrigada a todos. Maria João, muito obrigada por estas palavras.
Muito merecido.
Fique sem jeito. Obrigada.
E o bolo.
Amanhã para reporem as energias da noite que vão ter hoje.
Está feito. Com os vencedores que somos nós por estar ao lado da Maria João.