D. Duarte de Bragança considera que o semanário ‘Charlie Hebdo’ é “um pasquim nojento”. Para o chefe da Casa Real Portuguesa, era “completamente inaceitável o que esse jornal fazia”. As declarações foram feitas este sábado, num jantar solidário em Braga, e, de acordo, com o jornal Sol, o pretendente ao trono considerou “não fazerem sentido nenhum, essas homenagens aos jornalistas”.

“Se eu me colocar na rua com um altifalante a insultar a sua mãe, o seu pai ou os seus avós, obviamente que isso tem as suas consequências”, disse. No entanto, isso não justifica o ataque à redação do Charie Hebdo, que resultou em 12 mortes. É preciso “defender a vida de pessoas que têm atividades que consideramos desprezíveis”, disse.

O pretendente ao trono acrescentou que, na sua opinião, “não é admissível insultar a crença, a fé e a religião dos outros”, fazendo referência ao discurso do Papa Francisco, que na quinta-feira defendeu que a liberdade de expressão é um direito fundamental que não permite “insultos à fé dos outros”.

O Observador tentou contactar D. Duarte, mas sem sucesso até ao momento.

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