Venezuela

Venezuela. Morte de motociclista eleva para 46 número de vítimas em protestos

A morte de uma pessoa na quarta-feira elevou para 46 o número de vítimas mortais nos protestos contra e a favor do Presidente Nicolas Maduro, que se intensificaram desde o início de abril.

Vários manifestantes opositores responsabilizaram a Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) por aquela morte.

MIGUEL GUTIERREZ/EPA

Autor
  • Agência Lusa

A morte de uma pessoa na quarta-feira elevou para 46 o número de vítimas mortais nos protestos contra e a favor do Presidente Nicolas Maduro, que se intensificaram desde o início de abril.

O ministro do Interior e Justiça venezuelano, Nestor Reverol, indicou que Anderson Enrique Dugarte, de 32 anos, morreu na quarta-feira, no hospital universitário de Los Andes, onde estava hospitalizado há três dias, depois de ter sido alvejado na cabeça.

Reverol acrescentou que a vítima, um moto-taxista (taxista em motocicleta), foi assassinada por um franco-atirador, quando transportava uma pessoa e numa altura em que decorria uma manifestação da oposição, no estado venezuelano de Mérida, a 670 quilómetros a sudoeste de Caracas.

Em declarações à televisão estatal venezuelana, Nestor Reverol responsabilizou a oposição pela morte e informou que está também hospitalizado, em estado crítico, um estudante da universidade de Los Andes, Fredylan Alvarez Jauregui, ferido durante o mesmo protesto.

Em Chacao (leste), as autoridades municipais confirmaram a morte, na quarta-feira, de uma pessoa, durante uma marcha em Caracas.

Miguel Castillo Bracho, de 27 anos, era jornalista e, de acordo com a polícia, foi atingido por uma pequena esfera metálica que se alojou no ventrículo esquerdo do coração.

Vários manifestantes opositores responsabilizaram a Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) por aquela morte. De acordo com dados oficiais, 38 pessoas morreram até agora na Venezuela.

Na terça-feira, o Observatório Venezuelano de Conflituosidade Social divulgou que, entre 1 de abril e 7 de maio, pelo menos 44 pessoas morreram na sequência dos protestos.

Os dados do Observatório incluem a identificação de cada uma das vítimas mortais.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
IPSS

Raríssimas, uma história de subdesenvolvimento

Helena Garrido

Num país desenvolvido as instituições teriam funcionado e a Casa dos Marcos teria sido fiscalizada. Nenhum país enriquece sendo como vimos que Portugal é no caso Raríssimas. Enriquecem algumas pessoas

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site