Nações Unidas

Angola quer África em permanência no Conselho de Segurança

Manuel Vicente, vice-presidente de Angola, defendeu que o Conselho de Segurança da ONU devia alargar o número de representantes de modo a incluir um país africano.

Manuel Vicente falou na assembleia-geral da ONU.

MICHAEL REYNOLDS/EPA

O vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, defendeu na 69ª assembleia-geral das Nações Unidas que o Conselho de Segurança alargue o número de representantes permanentes para incluir um país africano. “Reiteramos a necessidade de reformar e revitalizar o sistema das Nações Unidas, em particular a reforma do Conselho de Segurança, que devia estar mais em linha com o contexto internacional e refletir uma representação geográfica igualitária através do aumento do número de membros permanentes”, disse Manuel Vicente, defendendo “o direito do continente africano se sentar entre os membros permanentes do Conselho”.

No discurso de menos de 20 minutos, durante o qual passou em revista as posições de Angola relativamente aos principais temas da atualidade, Manuel Vicente lembrou a pujança do continente africano e disse “notar com satisfação que África deixou de representar a imagem de desolação que tinha no princípio do milénio, havendo uma nova realidade em que os países africanos ostentam um crescimento médio de 5% ao ano e melhoramentos em vários indicadores de desenvolvimento humano”.

O vice-presidente angolano chamou ainda a atenção para a necessidade de a ONU “prestar especial atenção ao ressurgimento de conflitos armados e aos seus efeitos negativos nas populações, bem como ao desarmamento, combate ao tráfico de drogas e seres humanos, crime organizado transnacional”, destacando também que o “fundamentalismo religioso nalguns países africanos está a tomar proporções tão violentas que coloca um risco para a segurança regional, com consequências sérias para a paz, a estabilidade e o desenvolvimento.

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