A lista da União Europeia de organizações terroristas voltou nesta sexta-feira a integrar legalmente o movimento islâmico palestiniano Hamas, depois de a UE ter apelado de uma decisão da justiça que a obrigava a retirá-lo. Em dezembro, o Tribunal da União Europeia anulou por uma questão processual a inclusão do Hamas naquela lista, embora mantivesse o congelamento dos bens da organização na Europa.
A UE recorreu da decisão em janeiro e conseguiu suspender a sua aplicação. A decisão do Tribunal da UE foi na altura criticada pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, enquanto o Hamas se congratulava. A lista negra da UE integra 10 pessoas e 23 entidades.