O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que o Estado hebraico está a “travar uma luta até a morte contra o terror palestino”, e ordenou novas medidas, após a morte de dois israelenses em Jerusalém.

“Entre essas medidas, consta a aceleração da demolição de casas dos terroristas”, disse, num discurso divulgado em vídeo pelo seu gabinete.

Netanyahu convocou, de imediato, os ministros da Defesa e da Segurança Interna e responsáveis de segurança máxima, após ter chegado hoje a Israel depois de ter discursado na Assembleia-Geral da ONU.

Segundo afirma, nessa reunião instruiu os responsáveis para um faseamento, “de modo a evitar terror e deter e punir os agressores”.

As instruções dadas incluem a detenção sem o julgamento dos suspeitos, um novo reforço das forças de segurança em Jerusalém e na Cisjordânia ocupada, e ordens para manter “instigadores” não especificados à distância da mesquita de Al-Aqsa mesquita, à qual se referiu pelo nome hebraico de Monte do Templo.

Hoje a Polícia tomou a rara e drástica de barrar a entrada de palestinianos na “Cidade Velha” de Jerusalém, na sequência de um ataque no sábado em que um palestiniano matou dois israelitas e feriu uma criança, noticiou a AFP.