Para quem gosta de dar nas vistas, conduzir um Lamborghini Huracán, especialmente se pintado em preto mate, normalmente assegura o tipo de atenção que muitos condutores procuram. Aqueles para quem não chega apenas um desportivo fabuloso, extremamente potente e capaz de garantir um enorme prazer de condução associado, só possível pela tremenda capacidade de aceleração, agilidade em curva e uma sonoridade que até faz Pavarotti ficar mudo.

Mas há sempre quem deseje dar (ainda) mais nas vistas. Foi o caso do condutor de, precisamente, um Lamborghini Huracán preto mate, que participava numa concentração/passeio denominado Corsa America Rally, sendo que o termo rally surge aqui como um abuso linguístico.

Rodeados por indivíduos que não tinham mais nada para fazer que ver passar uns superdesportivos de encher o olho, os condutores promovidos a pilotos de ocasião brindavam os populares com acelerações até o limitador de rotação acabar com a brincadeira, que podem agradar a quem vê a partir do passeio, mas está longe de agradar às mecânicas.

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Decidido a granjear ainda mais admiração do que os seus colegas, que simplesmente abusavam do acelerador, o homem do Huracán preto optou por dar uma de estrela de Hollywood e subiu para cima do Lamborghini. O que até mais fácil do que em relação a qualquer outro veículo, uma vez que o carro é extremamente baixo. Tentando não amassar o capot da frente, o condutor apoiou o pezinho na base do pára-brisas que, por estar em posição muito horizontal, parecia estar mesmo ali à mão. Ou melhor, ao pé.

Sucede que o pára-brisas é de vidro, ainda que laminado, o que o leva a não apreciar o peso de um adulto. Como o condutor percebeu desde logo, uma vez que assim que assumiu a pose de conquistador em cima do carro italiano, a plateia gritou. Não de prazer, mas de dor, pois mesmo sem saber quanto custa ao certo um pára-brisas (mais as borrachas e a mão-de-obra), tem a certeza de que é caro.

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