A Tesla é uma completa revolução no que respeita aos veículos eléctricos sustentáveis. Isto porque não só produz automóveis eléctricos, alimentados pelas baterias que também fabrica, como arranjou forma de reduzir os custos aos utilizadores – e com isso criar mais uma área de negócios, pois fabrica telhas solares fotovoltaicas, para transformar cada cliente num produtor de energia, que depois pode armazenar em baterias estacionárias fornecidas pela… Tesla. Com elas alimenta a casa, o carro e sem pagar nada à rede eléctrica. Mas pagando e muito à Tesla.

Mas a vida parece começar finalmente a correr bem (ou menos mal) à marca americana. Depois dos apertos (e multas) em que Musk se meteu por não controlar os dedos no Twitter, a produção do Model 3 continua a acelerar e o construtor promete anunciar a entrada nos lucros operacionais de forma sustentada, o que será uma novidade, para não dizer uma surpresa, há muito esperada. Quando (e se) isso acontecer, Elon Musk já tem uma bebida para comemorar com o resto da equipa da Tesla: uma tequila da casa.

Há alguns meses, mais uma vez no Twitter, Musk brincou (ou pelo menos os seguidores acharam que era brincadeira) com a produção interna de uma marca de tequila. Mas pouco depois, e como é habitual na ‘loucura’ genial do CEO da casa, a Tesla registou a marca Teslaquila junto do United States Patent and Trade Mark Office, que esta semana se tornou público.

De acordo com o registo, a Tesla está decidida a produzir licor de pita destilado, mas não uma pita qualquer. Em causa está um tipo conhecido como agave Azul, ou Agave Tequillana, muito vulgar no México, onde é utilizado para produzir… tequila. Ainda não há o precioso líquido, mas já há marca, logótipo e garrafa. E se a Volkswagen pode produzir almôndegas de carne e salsichas, não há qualquer motivo para a Tesla não fabricar tequila. Não só pode ‘animar’ as reuniões da administração, como até é possível que os técnicos a consigam utilizar como electrólito para as baterias. Mas pouco provável.