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PSP

Mais de metade do efetivo da PSP ultrapassa os 40 anos de idade

Do total de 20.769 elementos da PSP, cerca de 55% tem mais de 40 anos. Sabe-se também que em 2018 saíram 850 elementos da PSP e entraram apenas 655 trabalhadores.

No relatório consta ainda que 89,90% dos trabalhadores são homens e 10,10% mulheres

MÁRIO CRUZ/LUSA

Mais de metade do efetivo da PSP ultrapassa os 40 anos de idade, segundo o balanço social de 2018 daquela polícia, que aponta também para uma ligeira diminuição dos seus elementos, totalizando 20.769.

“É no escalão etário dos 40-44 anos que existe uma maior incidência de efetivos, com 19,58% do total global do efetivo, sendo seguido pelos escalões etários dos 50-54 anos, com 18,14%, e 45-49 anos com 16,87%”, refere o balanço social de 2018, publicado esta quinta-feira na página da internet da Polícia de Segurança Pública.

Segundo aquele documento, os grupos etários dos 40 aos 54 anos representam, no seu conjunto, 54,6% do total dos recursos humanos da PSP.

O relatório mostra também que o número total de trabalhadores na PSP em 2018 registou um decréscimo de 0,50% (menos 121) comparativamente ao ano de 2017 e foram as carreiras de agente e chefes que registaram um decréscimo.

Segundo aquela polícia, em 2018 saíram 850 elementos da PSP e o motivo mais relevante foi a aposentação (68,33%), seguido de outras situações (15,50%) e comissão de serviço (10,24%). Em contrapartida, no ano passado entraram para esta força de segurança 655 trabalhadores.

A PSP refere que, em 2018, se registaram menos 74 elementos na classe de chefe e menos 58 agentes, sendo na carreira de oficial que se verificou um ligeiro aumento, com mais três efetivos.

Os agentes representam 82% do efetivo, seguido de chefes (10%) e de oficiais (4%). O balanço social indica igualmente que 89,90% dos trabalhadores são homens e 10,10% mulheres.

O documento destaca também que quase um quarto dos polícias faltaram ao trabalho no ano passado devido a acidentes de serviço ou doenças profissionais, apesar de a principal causa de absentismo laboral ter sido doença (49%).

“Face aos dados recolhidos em 2018, foram registados 371.138 dias de ausência ao trabalho, sendo que a grande maioria se verificou entre o efetivo policial, num total de 356.819 dias representando em média 18 dias de ausência por polícia”, lê-se no relatório.

A PSP frisa que o número de casos de incapacidade declarados a polícias vítimas de acidente em serviço aumentou 8,26% em 2018 face a 2017.

“No que diz respeito ao número de casos de incapacidade declarados durante o ano 2018, relativamente aos trabalhadores vítimas de acidente em serviço, importa destacar que 78 casos resultaram numa incapacidade permanente, 33 resultaram numa incapacidade temporária e absoluta e sete numa incapacidade temporária e parcial para o trabalho habitua”, informa aquela polícia.

Refere ainda que, em termos de número de situações participadas e confirmadas de doença profissional e de dias de trabalho perdidos durante o ano 2018, se registaram sete casos de situações participadas e confirmadas de doença profissional, tendo sido registados 459 dias de ausência ao trabalho.

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