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Francisco Sá Carneiro “era um homem de coragem — com ela nasceu, com ela viveu e com ela morreu” e foi alguém que “marcou de forma indelével a democracia em pilares fundamentais”. Quem o afirmou esta sexta-feira foi o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que evocou o histórico fundador e líder do PSD no dia em que se assinalam os 40 anos da morte de Sá Carneiro, no desastre aéreo de Camarate a 4 de dezembro de 1980.

Marcelo Rebelo de Sousa falou no âmbito do lançamento de um livro sobre o trajeto e a vida de Francisco Sá Carneiro, no Grémio Literário, em Lisboa, como nota a RTP.

Desfazendo-se em elogios ao longo do discurso, Marcelo descreveu ainda o histórico líder do PPD-PSD como “uma irrequieta e inquieta força da natureza”, alguém “extraordinariamente inteligente”, “culto” e “implacável no argumento”, “um dos pais civis da democracia” portuguesa e um homem que conseguiu “a partir de quase nada e por várias vezes” fazer um “partido galvanizante” — “um partido tido por impossível, inviável, sem espaço político à nascença” naqueles anos 70 revolucionários.

Sobre a incerteza de Camarate: “Um pesar que não me abandona”

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