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A terceira vaga da pandemia e a respetiva pressão que foi exercida sobre o SNS em janeiro, deixando vários hospitais encostados às cordas, é uma história que se conta a diferentes velocidades. Se é certo que o número de doentes em cuidados intensivos com Covid-19 teve uma forte subida, ficou, no entanto, aquém da escalada de todos os internamentos hospitalares causados pelo coronavírus. A relação entre os dois números é sintetizada por um indicador que mostra como a capacidade dos cuidados intensivos foi levada ao limite nesse período — e como agora já não é tão difícil aceder a essas unidades, ajudando a aliviar a pressão sobre o SNS.

O número de camas ocupadas em unidades de cuidados intensivos (UCI) representava 17,2% de todos os internamentos a 1 de janeiro — depois de chegar a superar os 18% na quadra natalícia. Mas, um mês depois, estava já nos 12,6% — após atingir 11,8% na “fotografia” tirada a 26 de janeiro (um mínimo em vários meses).

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