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Boletim DGS. Internamentos regressam ao início da terceira vaga

No último dia, houve 1032 novos casos (melhor terça-feira desde 6 de outubro) e mais 63 mortes. Cuidados intensivos têm 11ª descida consecutiva. Internamentos não eram tão baixos desde 2 de janeiro.

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O número de internamentos tem redução de 56,2% desde o pico da pandemia, no início de fevereiro

MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

O número de internamentos tem redução de 56,2% desde o pico da pandemia, no início de fevereiro

MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

Quando a 2 de janeiro o SNS passou a ter mais 52 internados com Covid-19, passando para 2.858 (incluindo cuidados intensivos), nem os mais pessimistas provavelmente esperariam que fosse o primeiro de 26 dias consecutivos nos internamentos. Esta terça-feira, no entanto, é o dia em que esse indicador “desce a montanha” até ao planalto em que se encontrava no início da terceira vaga.

Nessa escalada ininterrupta, ao longo de quase um mês, os hospitais encheram-se com mais 3.745 doentes só por causa da pandemia e, depois disso, ainda subiria um pouco mais até atingir um máximo de 6.869 doentes a 1 de fevereiro. Só então, começaram as descidas de forma consistente: cinco descidas, dois aumentos; seis descidas, um aumento; cinco descidas, dois aumentos; e, finalmente, esta terça-feira, nova descida para 3.012 — abaixo do valor registado a 3 de janeiro (3.044).

Esta terça-feira, houve menos 310 internamentos, a sexta maior descida num só dia de toda a pandemia. Só na última semana ficaram vagas 1.470 camas. E desde o tal pico da pandemia, há uma redução de 56,2% (-3.857 internados)

Nos cuidados intensivos a redução tem sido mais lenta, mas consistente. O valor agora atingido — de 597 — é uma descida de 30 doentes graves face ao dia anterior, naquela que é a 11ª redução consecutiva. Seria preciso recuar a 13 de janeiro (596 internados) para encontrar um valor mais baixo. E desde que foi atingido o pico, a 5 de fevereiro (904), há uma redução de 307 doentes graves (menos 33,9%).

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Mas, ao contrário, dos internamentos, nos doentes graves o SNS ainda não regressou ao planalto. Ainda falta libertar mais de 100 camas nestas unidades — havia 483 doentes graves a 1 de janeiro, o primeiro dia antes da escalada destes doentes na terceira vaga. E o esforço será ainda maior até que se consigam cumprir as metas necessárias para os hospitais “respirarem de alívio” (os especialistas em medicina intensiva colocam esse objetivo na casa dos 200 doentes graves).

Terça-feira com menos casos desde 6 de outubro

O boletim da DGS desta terça-feira indica que houve 1.032 novos casos confirmados, um valor mais baixo do que aquele que tinha sido registado no mesmo dia da última semana (1.502). Desde 6 de outubro (quando foram registados apenas 427 casos) que não havia uma terça-feira com tão poucos registos.

Lisboa e Vale do Tejo teve 493 dos 1032 casos de infeção das últimas 24 horas (47,7% do total). Seguem-se a região Norte (186 casos), Centro (146), Algarve (61), Alentejo (50), Madeira (93) e Açores (3).

Quase um ano depois do início da pandemia, o número total de casos aproxima-se das 800 mil — foram 799.106 casos até ao boletim desta terça-feira.

A acompanhar a tendência de descida nos novos casos, também os casos ativos estão a descer — há 23 dias consecutivos que não param de cair. Desta vez, são menos 3.598 do que no dia anterior, atingindo 77.044 casos ativos, o valor mais baixo desde 2 de janeiro (quando tinha 76.675).

O boletim desta terça indica ainda que há mais 4.567 recuperados nas últimas 24 horas (para um total de 705.976 desde que começou a pandemia).

Número de mortes sobe ligeiramente, mas há descida de 43% em uma semana

Apesar de ter havido uma ligeira subida esta terça-feira (de 61 para 63) no número de mortes, se a comparação for feita num espaço de uma semana, há uma descida de 48 vítimas (ou -43%). E face ao pico da pandemia (a 31 de janeiro, quando a DGS chegou a reportar 303 óbitos), a redução é de 240 (ou 79,2%)

Entre as mortes do último dia está um jovem na casa dos 20 anos e outro homem entre 40 e 49 anos. Na casa dos 50 anos não há registo de qualquer morte; entre os 60 e os 69 anos há 5 vítimas; enquanto na casa dos 70 anos são 17.

No entanto, como tem sido hábito, é no último escalão etário, acima de 80 anos, que são registadas mais mortes com complicações associadas à Covid-19. Esta terça-feira, houve 39 mortes identificadas pela DGS no boletim dedicado à evolução da pandemia (61,9% do total). Juntando os dois escalões acima dos 70 anos estão em causa 88,9% dos óbitos deste último dia.

Lisboa e Vale do Tejo teve 36 das 63 mortes registadas nas últimas 24 horas (57,1%), de acordo com o boletim da DGS dedicado à pandemia. Seguem-se Centro (11 mortes), Norte (9), Alentejo (5) e Algarve (2). Como tem sido hábito, as regiões autónomas não registaram qualquer óbito esta terça-feira.

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