Ao penúltimo dia de campanha, Rui Moreira recebeu o segundo (e último) líder partidário. Francisco Rodrigues dos Santos começou o dia em Barcelos e seguiu para o Porto para se encontrar com o líder do movimento independente que lidera a Câmara Municipal do Porto no centro de saúde de Ramalde, uma obra construída pelo executivo e que o presidente-candidato fez questão de mostrar ao líder democrata-cristão.

Se Rui Moreira tem tido muita sorte com o tempo até então, Rodrigues dos Santos trouxe chuva, o que levou até ao cancelamento da arruada seguinte em Cedofeita, onde o líder do CDS já não iria marcar presença.

Feitos os cumprimentos iniciais, a visita ao centro de saúde fez-se sem jornalistas e falaram os dois lado a lado, à saída, com uns pingos de chuva que prometiam aumentar em pouco tempo. Rui Moreira ainda se posicionou, mas os jornalistas trocaram-lhe as voltas. Primeiro o líder do partido. Francisco Rodrigues dos Santos estava no Porto para dizer que Rui Moreira era a “opção óbvia” para o CDS, partido que apoia o movimento de Rui Moreira desde 2013, quando venceu a autarquia pela primeira vez, após Rui Rio e contra a Luís Filipe Menezes. O independente recordou até, ao lado do presidente do CDS, que essas eleições foram frente a um “candidato fortíssimo” e que o partido na altura liderado por Paulo Portas abandonou um acordo longínquo com o PSD para arriscar em Moreira.

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