1246,3kWh poupados 1246,3 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Brasil 2026
2.ª Volta

Resultados 1.ª volta: Lula 45,16% - Flávio Bolsonaro 47,03%

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Trump anuncia intenção de abolir voto por correspondência

Este artigo tem mais de 1 ano

O Presidente já havia assinado em março um decreto para restringir o voto por correspondência. Trump prevê que a sua intenção será contestada pelos democratas porque "fazem batota".

epa08795599 A voter holds a mail-in ballot in Philadelphia, Pennsylvania, USA, 03 November 2020. Americans vote on Election Day to choose between re-electing Donald J. Trump or electing Joe Biden as the 46th President of the United States to serve from 2021 through 2024.  EPA/TRACIE VAN AUKEN
i

▲Nos Estados Unidos, a organização das eleições está sob tutela dos estados, enquanto o Congresso estabelece um determinado quadro. Trump contesta esta regra

TRACIE VAN AUKEN/EPA

▲Nos Estados Unidos, a organização das eleições está sob tutela dos estados, enquanto o Congresso estabelece um determinado quadro. Trump contesta esta regra

TRACIE VAN AUKEN/EPA

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta segunda-feira que tenciona acabar com o voto por correspondência e com as máquinas eletrónicas de voto, depois de acusações de alegada fraude nas eleições presidenciais de 2020.

“Vou liderar um movimento para acabar com o voto por correspondência e, já agora, também com as máquinas eleitorais, imprecisas, muito caras e altamente controversas, que custam dez vezes mais do que o papel, preciso e sofisticado, que é mais rápido e não deixa nenhuma dúvida no final da noite [eleitoral] sobre quem ganhou e quem perdeu a eleição”, escreveu o Presidente norte-americano numa publicação na sua plataforma Truth Social.

O republicano anunciou que pretende assinar uma ordem executiva para “ajudar a trazer honestidade às eleições intercalares”, marcadas para novembro de 2026, sem dar detalhes sobre o conteúdo do documento.

Donald Trump nunca reconheceu a sua derrota nas eleições presidenciais de 2020 para o ex-Presidente democrata Joe Biden e denunciou sem fundamento fraudes eleitorais em massa, especialmente no voto por correspondência — um método amplamente utilizado nos Estados Unidos.

Trump previu esta segunda-feira que a sua vontade de abolir o voto por correspondência será contestada pelos democratas porque “fazem batota a níveis nunca antes vistos”.

O Presidente norte-americano já havia assinado, no final de março, um decreto visando restringir o voto por correspondência e impor aos estados controlos mais rigorosos sobre as listas eleitorais.

Nos Estados Unidos, a organização das eleições está sob tutela dos estados, enquanto o Congresso estabelece um determinado quadro.

Contudo, Trump questiona essa ideia e defende que a autoridade do Estado federal prevalece sobre a dos estados.

“Recorde-se que os estados são simplesmente um agente do Estado federal na contagem e no cálculo dos votos. Eles devem fazer o que o Estado federal, representado pelo Presidente dos Estados Unidos, lhes diz para fazer, para o bem do nosso país”, acrescentou.

Especialistas consideraram que o decreto de março representava um abuso por parte da administração Trump.

O professor de direito eleitoral Rick Hasen, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, classificou-o como um “golpe de força do executivo” e associações anunciaram que iriam contestá-lo judicialmente.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.