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O preço do petróleo atenuou a forte subida das primeiras horas da madrugada, mantendo, ainda assim, uma valorização de 15% para 107,45 dólares, pelas 8h45 desta segunda-feira (hora de Lisboa). Notícias de que os países do G7 podem lançar para o mercado reservas de crude, como medida de emergência, levou os preços a afastarem-se dos máximos da manhã, de quase 120 dólares por barril.
A turbulência nos mercados de energia, associada ao agravar do conflito no Médio Oriente, está a pressionar também a negociação dos mercados acionistas, com o índice pan-europeu Stoxx 600 a perder cerca de 2% e os futuros de Wall Street a apontarem para uma abertura em queda (-1,3% no S&P 500, nesta altura).
FONTE: TradingEconomics
Os preços do petróleo recuaram face aos máximos da madrugada depois de o Financial Times ter noticiado que responsáveis do G7 e o diretor-geral da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, vão realizar uma reunião de emergência na manhã de segunda-feira, em Nova Iorque, para debater uma possível libertação conjunta de reservas estratégicas de petróleo, com o objetivo de acalmar os mercados.
A informação foi transmitida ao jornal britânico por uma fonte do governo francês.
Mesmo com esta notícia, o crude continua em forte alta nesta sessão, registando o maior ganho diário desde 2020. Anteriormente, os preços estiveram a subir mais de 25% para o nível mais elevado desde meados de 2022, com sinais de que os principais produtores estarão a reduzir as previsões operacionais numa fase em que existe um grande receio de perturbação prolongada no transporte marítimo de petróleo.