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O parlamento aprovou esta sexta-feira, por unanimidade, um voto de pesar apresentado pelo presidente da Assembleia da República pelo general Manuel José Alvarenga de Sousa Santos, que morreu a 21 de maio aos 86 anos.
A Assembleia da República manifestou “o seu profundo pesar” pela morte do antigo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e antigo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, salientando “que dedicou a sua vida ao serviço de Portugal e das Forças Armadas”.
Nascido em Torres Novas, em 1940, ingressou na Academia Militar e desenvolveu uma carreira na Força Aérea Portuguesa como piloto-aviador, assumindo ao longo de décadas diversas funções de comando, direção e chefia.
“O seu percurso culminou com o exercício dos mais elevados cargos da hierarquia militar nacional, destacando-se pela competência e dedicação à causa pública”, refere o voto de José Pedro Aguiar-Branco.
Enquanto Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e, depois, Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, “contribuiu para o reforço da capacidade operacional das Forças Armadas e para a afirmação do seu papel ao serviço da República, da democracia e dos compromissos internacionais de Portugal”, acrescenta o texto.
“O general Manuel Alvarenga de Sousa Santos deixa um legado de serviço e dedicação ao país, amplamente reconhecido pelos seus pares e por sucessivas gerações de militares”, sublinha o texto aprovado pelo parlamento, que transmite à família e amigos “as mais sentidas condolências”.