O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou mais de 13.000 milhões de euros aos seus beneficiários, sobretudo às empresas, até esta quarta-feira, segundo o último relatório de monitorização.
Só na última semana, o plano desembolsou mais 104 milhões de euros.
Com os maiores montantes recebidos estão as empresas (4.585 milhões de euros), as entidades públicas (2.690 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (2.043 milhões de euros).
Seguem-se as empresas públicas (1.404 milhões de euros), as escolas (633 milhões de euros), as instituições do ensino superior (544 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (445 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (362 milhões de euros) e as famílias (325 milhões de euros).
Por sua vez, as aprovações de projetos estão agora em 25.032 milhões de euros, acima dos 24.948 milhões de euros anteriormente reportados.
A liderar as aprovações estão as empresas (8.531 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (4.928 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (4.715 milhões de euros).
A fechar o top cinco estão as empresas públicas (2.751 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros).
Depois surgem as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (893 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (737 milhões de euros) e as famílias (480 milhões de euros).
A execução do PRR mantém-se em 61%.
O PRR recebeu, até quarta-feira, 516.557 candidaturas, sendo que 484.243 foram analisadas.
Já as candidaturas aprovadas fixaram-se em 383.991, mais 240.
O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.