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O cessar-fogo iniciado esta terça-feira entre a Rússia e a Ucrânia numa zona da frente sul, para permitir a retirada de civis da localidade ocupada de Oleshky, deverá prolongar-se até domingo, anunciou nesta terça-feira um líder parlamentar.

O anúncio foi feito por David Arakhamia, líder parlamentar do partido presidencial ucraniano, que classificou a trégua como “a maior desescalada desde 2022”, ano em que a Rússia iniciou a invasão em grande escala da Ucrânia.

Numa mensagem publicada na rede social Telegram, Arakhamia precisou que o cessar-fogo deverá manter-se até às 22h59 de 1 de novembro, hora local (20h59 em Lisboa).

O dirigente ucraniano, que integra também a equipa responsável pelas negociações de paz com representantes norte-americanos e russos, afirmou que a suspensão das hostilidades está a ser respeitada.

Segundo Arakhamia, o cessar-fogo abrange “o setor mais extenso” da frente sul, embora não tenha especificado a área geográfica abrangida pelo acordo.

“Todos os esforços de desescalada como este aproximam-nos da tão esperada paz na Ucrânia”, escreveu Arakhamia.

A trégua, que foi mediada pela primeira-dama norte-americana, Melania Trump, entrou em vigor durante a madrugada desta terça-feira, com o objetivo de permitir a retirada de civis que permanecem em Oleshky, localidade da região de Kherson ocupada pelas forças russas desde 2022.

O acordo prevê igualmente a criação de condições de segurança para operações humanitárias numa zona particularmente afetada pelos combates.

No dia 7 de outubro, o provedor de Justiça ucraniano estimou que entre 2.000 e 3.000 pessoas permaneciam em Oleshky e nas localidades vizinhas, sem acesso regular a alimentos e medicamentos.

Segundo o provedor, as dificuldades de abastecimento resultavam das hostilidades e de um alegado bloqueio imposto pelas forças russas.

Oleshky situa-se na margem esquerda do rio Dniepre, em frente à cidade de Kherson, que permanece sob controlo ucraniano.

A localidade foi também gravemente afetada pelas inundações provocadas pela destruição da barragem de Kakhovka, em junho de 2023.

A suspensão temporária dos combates constitui uma medida humanitária localizada e não representa, por enquanto, um cessar-fogo geral entre os dois países.

[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]