Os 43 adeptos do Sporting e o ex-presidente do clube, Bruno de Carvalho, acusados de invadirem a academia do Sporting em Alcochete e de agredirem jogadores e equipa técnica, começam esta segunda-feira a ser julgados, no Tribunal do Monsanto. O ataque foi planeado através de grupos de mensagens de WhatsApp que os comprometem, como se pode ver nas 94 que publicamos de seguida. Apesar da gravidade dos crimes, a juíza autorizou que alguns deles trabalhem ou estudem fora de casa, mesmo estando em prisão domiciliária e tendo em conta a gravidade dos crimes.

Foram vários os pedidos de arguidos e a juíza Sílvia Pires, numa decisão pouco comum, não encontrou argumentos para rejeitá-los. “As exigências cautelares da obrigação de permanência na habitação não são incompatíveis com o exercício da atividade estudantil” ou “laboral”, respondeu consoante o caso. Só dois dos 44 arguidos permanece em prisão preventiva (Mustafá e Aleluia). Depois da decisão instrutória, conhecida a 1 de agosto, a maior parte passou para prisão domiciliária. (Aleluia chegou a ficar em domiciliária, mas já está preso preventivamente outra vez).

Bruno de Carvalho vai a julgamento acusado de ter ordenado o ataque à Academia do Sporting

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