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A 23 de agosto, quando foi anunciada a morte da primeira vítima de uma complicação respiratória desenvolvida subitamente após a utilização de cigarros eletrónicos, a polémica já se arrastava há um ano. Em novembro de 2018, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças, o CDC, descobriu que a percentagem de adolescentes norte-americanos que consumia cigarros eletrónicos tinha subido de 11,7% para 20,8% em apenas um ano. Os números mostravam que um em cada cinco menores no ensino secundário usava estes produtos pelo menos uma vez por mês. E 28% tinha fumado desses cigarros em pelo menos 20 dos 30 dias que antecederam o inquérito.

Era a primeira vez desde 2011 que o consumo de produtos com tabaco aumentava. Três meses depois dos resultados, a CDC e a Food and Drug Administration, a agência governamental responsável pela supervisão do consumo da população, mais conhecida por FDA, reagia às notícias. E anunciava uma “epidemia” entre a juventude, causada pelo vício da nicotina. “O uso epidémico de cigarros eletrónicos entre as crianças é um dos maiores desafios da saúde pública que a FDA está a enfrentar neste momento”, dizia o comunicado. E avisava: “Esta é uma epidemia explosiva”.

A FDA anunciava uma "epidemia" entre a juventude causada pelo vício da nicotina. "O uso epidémico de cigarros eletrónicos entre as crianças é um dos maiores desafios da saúde pública que a FDA está a enfrentar neste momento", diz o comunicado. E avisava: "Esta é uma epidemia explosiva".

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