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A reestruturação dos créditos de Joe Berardo junto da Caixa Geral de Depósitos, entre 2008 e 2009, foi feita com o parecer desfavorável da Direção de Risco do banco público, na altura orientado pela administração liderada por Faria de Oliveira. A informação consta do relatório final da auditoria da EY à Caixa, disponibilizado esta sexta-feira pelo parlamento — mas que estava oculta. A Caixa sempre se recusou a enviar a auditoria aos deputados da comissão de Orçamento e Finanças. Acabou por fazê-lo depois de ter obtido uma autorização nesse sentido do Ministério Público e do Banco de Portugal. Ainda assim, invocando a necessidade de preservar o sigilo bancário e profissional, pediu à autora do documento, a consultora EY, que rasurasse os dados sensíveis.

Simplesmente, um erro cometido por quem rasurou o documento permite aceder a todos os dados. Foi isso mesmo que o Observador fez. Ao abrir o relatório com um programa de edição de imagem, foi possível ler o relatório na sua totalidade, sem rasuras.

CGD. Parlamento divulga sem querer versão da auditoria em que se pode ler informação escondida

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