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“Temos de cortar totalmente as celebrações de Ano Novo”. Foi assim que o primeiro-ministro anunciou esta noite, via videoconferência, que iria puxar o “travão de mão” nas celebrações da Passagem de Ano. Se, há 15 dias, já tinha anunciado que nos últimos dias do ano iria haver medidas mais restritivas do que no Natal, incluindo a proibição de circular entre concelhos, agora foi mais longe e apertou ainda mais o cinto — haverá mesmo recolher obrigatório a partir das 23h no dia 31 de dezembro e a partir das 13h nos dias 1, 2 e 3. Em todo o território continental (Açores e Madeira estão fora). Ou seja, a celebração da meia-noite terá de ser feita em casa. Cada um na sua.

Tudo para “proteger o Natal”. “Vamos sacrificar o Ano Novo para proteger o Natal”, disse o primeiro-ministro aos jornalistas num curto briefing em videoconferência — já que está a cumprir isolamento –, explicando que este puxar do travão de mão se deve ao facto de “ainda não estarmos onde gostaríamos de estar”. A redução do número de novos casos continua a descer mas não de forma tão rápida como seria desejável e como ocorreu anteriormente. Costa não tem dúvidas de que a redução só está a acontecer devido ao impacto das medidas restritivas e, por isso, elas são para manter nos concelhos de risco muito elevado e extremamente elevado.

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